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	<title>Auto Review &#187; Renault</title>
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	<description>O máximo em notícias automotivas</description>
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		<title>Série limitada Renault Twingo Urban Night</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Oct 2021 00:28:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Auto Review]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticia Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Renault]]></category>

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		<description><![CDATA[TWINGO URBAN NIGHT UMA SÉRIE LIMITADA PARA OS REIS DA CIDADE A divisão de Design da Renault criou duas versões de adesivagens exclusivas para esta edição limitada: uma “versão light”,...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>TWINGO URBAN NIGHT UMA SÉRIE LIMITADA PARA OS REIS DA CIDADE</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/10/1.jpeg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-11894" alt="1" src="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/10/1-150x150.jpeg" width="150" height="150" /></a>A divisão de Design da Renault criou duas versões de adesivagens exclusivas para esta edição limitada: uma “versão light”, disponível de série na coluna traseira, e um “pack premium”, cobrindo o teto e as portas traseiras. Nas duas versões, a adesivagem está disponível em cores claras ou escuras, para combinar ou contrastar com a pintura da carroceria.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/10/7.jpeg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-11895" alt="7" src="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/10/7-150x150.jpeg" width="150" height="150" /></a>Além da adesivagem, o Twingo Urban Night traz detalhes exclusivos, como aros de roda de liga de 16’’ com acabamento preto brilhante, gravações na grade frontal na cor branca e assinatura “Urban Night X” nas capas dos retrovisores laterais.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/10/10.jpeg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-11896" alt="10" src="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/10/10-150x150.jpeg" width="150" height="150" /></a>Do lado de dentro, o Twingo Urban Night exibe soleiras das portas exclusivas, itens do painel com acabamento black piano, com marcação exclusiva &#8220;Urban Night X&#8221;. Os bancos são revestidos com tecido preto e debruns brancos em todo o contorno, além de uma faixa branca exclusiva com a assinatura &#8220;Urban Night X&#8221; na parte central dos encostos dos bancos dianteiros.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/10/16.jpeg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-11897" alt="16" src="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/10/16-150x150.jpeg" width="150" height="150" /></a>E para permitir que o condutor se mantenha totalmente conectado ao ambiente, o Twingo Urban Night oferece navegação com serviços conectados, carregador de smartphone por indução e câmera de ré com sensores por ultrassom.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/10/17.jpeg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-11898" alt="17" src="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/10/17-150x150.jpeg" width="150" height="150" /></a>Desde do dia 5 de outubro de 2021, o Twingo Urban Night está disponível para encomendas na França com a motorização E-TECH Electric a partir de 26.650 euros com impostos (sem contar o bônus ecológico) e a partir de 17.300 euros com impostos na motorização SCe65.</p>
<p style="text-align: justify;">Baseada na versão de acabamento INTENS, a série limitada Twingo Urban Night está disponível em quatro cores: branco Cristal, branco Quartzo, cinza Lua e preto Diamante.</p>
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		<title>Renault 5 Prototype no salão de Munique</title>
		<link>http://www.autoreview.com.br/renault-5-prototype-no-salao-de-munique/</link>
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		<pubDate>Mon, 20 Sep 2021 23:54:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Auto Review]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticia Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Renault]]></category>

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		<description><![CDATA[RENAULT 5 PROTOTYPE ENCONTRA SEUS IRMÃOS MAIS VELHOS NO SALÃO DO AUTOMÓVEL DE MUNIQUE &#160; A Renault fez um ótimo trabalho no IAA 2021 em Munique. Uma grande exposição, com cores...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>RENAULT 5 PROTOTYPE ENCONTRA SEUS IRMÃOS MAIS<br />
VELHOS NO SALÃO DO AUTOMÓVEL DE MUNIQUE</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/09/12.jpeg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-11677" alt="1" src="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/09/12-150x150.jpeg" width="150" height="150" /></a>A Renault fez um ótimo trabalho no IAA 2021 em Munique. Uma grande exposição, com cores brilhantes e espaço suficiente para diversos modelos. Por ocasião do 50º aniversário do Renault 5, a Renault confirmou que o novo Renault 5 será lançado no mercado europeu em 2024 como um carro elétrico. O R5 deverá substituir o modelo elétrico Zoe a partir de 2024. &#8221;O Renault 5 está fortemente ligado à história da Renault e ao mesmo tempo representa o futuro da marca francesa com os veículos elétricos&#8221;, disse Laurens van den Acker, executivo chefe de design do Grupo Renault.</p>
<p style="text-align: justify;">O lendário Renault 5 esteve em produção de 1972 a 1996 em duas gerações de modelos e mais de 5 milhões de unidades produzidas. Havia também algumas variantes esportivas, como o Renault 5 Turbo com o motor traseiro, e o Renault 5 Alpine.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/09/121.jpeg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-11678" alt="12" src="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/09/121-150x150.jpeg" width="150" height="150" /></a>O novo Renault R5 tem um design retrô e é baseado na nova plataforma elétrica modular CMB-EV desenvolvida pela aliança Renault-Nissan-Mitsubishi para os novos modelos elétricos.</p>
<p style="text-align: justify;">O veículo traz o exclusivo logotipo 5, quatro portas, faróis mais quadrados com LED, a nomenclatura &#8220;Renault&#8221; iluminada e lanternas traseiras verticais.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/09/15.jpeg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-11679" alt="15" src="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/09/15-150x150.jpeg" width="150" height="150" /></a>As capacidades da bateria variam de 40 kWh com 400 km de autonomia e 90 kWh com 700 km de autonomia estimada. A potência está entre 100 e 160 kW.</p>
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		<title>GP da Holanda Alpine pontua duplamente</title>
		<link>http://www.autoreview.com.br/gp-da-holanda-alpine-pontua-duplamente/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Sep 2021 22:45:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Auto Review]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Renault]]></category>
		<category><![CDATA[Velocidade]]></category>

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		<description><![CDATA[ALPINE PONTUA DUPLAMENTE EM MEIO A UM CLIMA FRENÉTICO NO GP DA HOLANDA A escuderia Alpine F1 Team pontuou com seus dois carros no Grande Prêmio Heineken da Holanda, disputado...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>ALPINE PONTUA DUPLAMENTE EM MEIO A UM CLIMA FRENÉTICO NO GP DA HOLANDA</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/09/2.jpeg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-11509" alt="2" src="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/09/2-150x150.jpeg" width="150" height="150" /></a>A escuderia Alpine F1 Team pontuou com seus dois carros no Grande Prêmio Heineken da Holanda, disputado em meio a uma atmosfera incrível. Fernando Alonso terminou em sexto após uma ultrapassagem de tirar o fôlego sobre Carlos Sainz na penúltima volta, enquanto que Esteban Ocon cruzou a linha de chegada em nono lugar.</p>
<p style="text-align: justify;">Em meio a um clima de sol e calor, Fernando Alonso fez uma bela largada, ultrapassando Esteban Ocon e Antonio Giovinazzi no topo da inclinação da terceira curva. Os pilotos da Alpine mantiveram suas posições até a única parada no box realizada em voltas consecutivas, trocando seus pneus Pirelli macios por médios.</p>
<p style="text-align: justify;">Fernando Alonso e Esteban Ocon gerenciaram seus respectivos ritmos e pneus para se manterem firmes no top dez. Esteban Ocon perdeu uma posição para Sergio Perez, que recuperou posições após ter largado da reta dos boxes, terminando em nono e arrematando uma quarta pontuação consecutiva para a escuderia. Já Fernando Alonso partiu para cima da Ferrari de Carlos Sainz, aproveitando uma abertura mínima para fazer uma manobra audaciosa no finalzinho da corrida.</p>
<p style="text-align: justify;">A Alpine F1 Team mantém o quinto lugar do Campeonato de Construtores e ruma agora para Monza, com o objetivo de continuar sua bela série na Itália.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/09/1.jpeg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-11510" alt="1" src="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/09/1-150x150.jpeg" width="150" height="150" /></a>Esteban Ocon / largada: 8º – Chegada: 9º:</p>
<p style="text-align: justify;">“Esta foi uma corrida emocionante ao volante e fico feliz por ter marcado pontos. A largada foi bastante intensa, mas eu adoro isso! Pelo nosso ritmo, provavelmente poderíamos ter terminado uma ou duas posições acima, mas perdemos algumas oportunidades em situações cruciais, como as bandeiras azuis. Mesmo assim, a equipe apresentou um bom ritmo durante toda a semana e podemos ficar satisfeitos com isso. Estes pontos são importantes para o Campeonato de Construtores e vamos buscar repetir esse resultado em Monza, onde fomos competitivos no ano passado. Nosso objetivo agora é continuar nossa bela série.”</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/09/3.jpeg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-11511" alt="3" src="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/09/3-150x150.jpeg" width="150" height="150" /></a>Fernando Alonso / Largada: 9º – Chegada: 6º:</p>
<p style="text-align: justify;">“Foi um bom fim de semana, pois marcamos valiosos pontos terminando em sexto. Acho que, em geral, fomos competitivos desde a sexta-feira, fizemos uma excelente largada, mas as duas primeiras curvas são fechadas e tive que abrir o máximo para evitar qualquer contato. Depois disso, mantivemos um ritmo sólido e foi fantástico ultrapassar o Carlos [Sainz] no final, pois no início da corrida não pensei que poderíamos perseguir as Ferrari. Será interessante ver se podemos manter esta dinâmica em Monza. Spa com a pista seca foi a primeira vez que corremos com uma configuração com baixíssimo downforce, por isso vamos ver se poderemos ter mais um bom fim de semana.”</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/09/6.jpeg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-11512" alt="6" src="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/09/6-150x150.jpeg" width="150" height="150" /></a>Marcin Budkowski, diretor executivo:</p>
<p style="text-align: justify;">“Finalmente tivemos uma corrida emocionante, em um circuito onde não esperávamos que as ultrapassagens fossem difíceis. Nossos dois pilotos fizeram uma boa largada, mesmo ficando um pouco próximos demais na primeira volta. Ainda bem que não aconteceu nada de grave e rapidamente pudemos ultrapassar o Giovinazzi, para gerenciar nossos pneus e fazer uma única parada. Fizemos assim e o final foi cheio de ações e duelos. O Esteban perdeu uma posição para o Checo [Perez], que estava com pneus macios em um carro mais rápido. O Fernando teve uma bela briga com o Carlos [Sainz], terminando em sexto. Conquistamos belos pontos para o campeonato, mas a bela performance do Pierre [Gasly] permite que a Alpha Tauri fiquem dois pontos acima em nossa luta pelo quinto lugar entre os Construtores. Agora, a batalha continua em Monza. Nossos parabéns ao Max, pela vitória em casa e com a presença de uma multidão incrível. O clima foi excepcional durante todo o fim de semana – fazia tempo que não víamos mais isso.”</p>
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		<title>Modelos do grupo Renault vão complementar a gama Mitsubishi</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Mar 2021 01:16:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Auto Review]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Mitsubishi]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias da categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Renault]]></category>

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		<description><![CDATA[NOVA ETAPA NA COOPERAÇÃO DA ALIANÇA: MODELOS DO GRUPO RENAULT VÃO COMPLEMENTAR A GAMA DA MITSUBISHI MOTORS NA EUROPA O Grupo Renault e a Mitsubishi Motors Corporation anunciaram uma nova...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>NOVA ETAPA NA COOPERAÇÃO DA ALIANÇA: MODELOS DO GRUPO RENAULT VÃO COMPLEMENTAR A GAMA DA MITSUBISHI MOTORS NA EUROPA</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/03/rnis-copia.gif"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-9935" alt="rnis copia" src="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/03/rnis-copia-150x150.gif" width="150" height="150" /></a>O Grupo Renault e a Mitsubishi Motors Corporation anunciaram uma nova etapa em sua cooperação operacional na Aliança.</p>
<p style="text-align: justify;">A Mitsubishi Motors decidiu complementar sua gama com veículos da marca Renault que são campeões de vendas na Europa e já atendem as exigências regulamentares, para alguns mercados importantes na Europa. A partir de 2023, a Mitsubishi Motors comercializará dois “veículos irmãos”, produzidos nas fábricas do Grupo Renault e baseados nas mesmas plataformas mas com diferenciações, refletindo o DNA da marca Mitsubishi.</p>
<p style="text-align: justify;">Um mix do modelo Eclipse Cross PHEV da Mitsubishi assim como os &#8220;veículos irmãos&#8221; desenvolvidos pela Renault farão com que a Mitsubishi Motors seja mais competitiva no mercado.</p>
<p style="text-align: justify;">“Estou muito feliz de ver a Mitsubishi Motors desenvolvendo uma nova gama na Europa. A Aliança tem o objetivo de reforçar a competitividade e permitir um compartilhamento mais eficiente dos recursos, em benefício das três empresas. Nossa estratégia é colaborativa, fundamentada no respeito mútuo, com a clara intenção de impulsionar a performance de cada empresa, permitindo que cada uma tire proveito de suas próprias forças, evite a duplicação de recursos e melhore a eficiência”, declarou Jean-Dominique Senard, Presidente do Conselho Operacional da Aliança e do Conselho de Administração da Renault.</p>
<p style="text-align: justify;">“A Mitsubishi Motors comemora a oportunidade de acolher modelos da marca Renault para ampliar a gama Mitsubishi no mercado europeu e, consequentemente, conquistar novos clientes. A Mitsubishi Motors tem implementado reformas estruturais na Europa e a decisão anunciada em julho de 2020 em nosso plano de médio prazo de suspender o desenvolvimento de novos modelos para o mercado europeu continua em vigor. Graças a este acordo, poderemos comercializar novos produtos desenvolvidos e fabricados na Europa – paralelemente à atividade de pós-venda da Mitsubishi Motors”, declarou Takao Kato, CEO da Mitsubishi Motors.</p>
<p style="text-align: justify;">“Nossa nova estratégia na Aliança com foco em projetos que tenham um impacto e propósito se torna realidade. Esta iniciativa, pragmática e fundamentada na criação de valor, contribuirá para a atividade de nossas fábricas e a presença geográfica de nosso parceiro – e poderá ser vista nas ruas europeias. Este belo projeto responde às expectativas de todos os parceiros em termos de design, da regulamentação e do negócio. É este o objetivo da Aliança e todos nós do Grupo Renault estamos muito felizes por contribuir para esta nova etapa em sua história de cooperação”, declarou Luca de Meo, CEO do Grupo Renault.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com os anúncios feitos pela Aliança em maio de 2020, o Grupo Renault, a Nissan Motor Co. Ltd. e a Mitsubishi Motors, membros de uma das maiores alianças automotivas no mundo, continuam a trabalhar em várias iniciativas visando a melhorar a competitividade e a rentabilidade das três empresas parceiras, tirando partido de suas posições de liderança e seus respectivos diferenciais geográficos.</p>
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		<title>Renault inaugura carregador solar</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Mar 2021 00:17:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Auto Review]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias da categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Renault]]></category>

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		<description><![CDATA[RENAULT INAUGURA CARREGADOR SOLAR PÚBLICO EM FERNANDO DE NORONHA A Renault, em parceria com a Administração de Fernando de Noronha, a WEG e a Polo, inaugura hoje um ecoposto público...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>RENAULT INAUGURA CARREGADOR SOLAR PÚBLICO EM FERNANDO DE NORONHA</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/03/0l2a5487-copia.gif"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-9903" alt="0l2a5487 copia" src="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/03/0l2a5487-copia-150x150.gif" width="150" height="150" /></a>A Renault, em parceria com a Administração de Fernando de Noronha, a WEG e a Polo, inaugura hoje um ecoposto público para o carregamento dos carros elétricos que já circulam na ilha. A inauguração do ecoposto é mais uma etapa do programa Noronha Carbono Zero, que, entre outras ações, proíbe a entrada de veículos movidos a combustão no arquipélago a partir de 2022, visando reduzir as emissões de gás carbônico (CO2).</p>
<p style="text-align: justify;">O ecoposto, localizado no bairro da Floresta Nova, pode atender até seis carros ao mesmo tempo e gera de energia 26MWh por ano, o suficiente para cobrir o consumo elétrico de todos os veículos zero emissão da Renault que circulam na ilha. Essa energia gerada é equivalente a 180 mil quilômetros rodados sem a geração de CO2. A recarga dos automóveis é feita à base de energia solar, através de placas fotovoltaicas instaladas em sua cobertura de 90 m².  Além de carregar os diversos carros elétricos que já rodam na ilha, também gera energia para a população local.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/03/dji_0018-copia.gif"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-9906" alt="dji_0018 copia" src="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/03/dji_0018-copia-150x150.gif" width="150" height="150" /></a>Os primeiros carros 100% elétricos de Fernando de Noronha foram entregues pela Renault em junho de 2019. Hoje, 28 carros zero emissão já circulam pelo arquipélago. Seis veículos (3 Zoe, 2 Twizy e 1 Kangoo Z.E.) foram cedidos em 2019 para uso oficial da Administração local e outros 22 Kangoo Z.E. foram comprados por empresários locais para realizar as tarefas do dia a dia.</p>
<p style="text-align: justify;">“A Renault quer trazer modernidade à indústria automobilística, este projeto em Fernando de Noronha, patrimônio do Brasil, faz parte da nossa estratégia de sermos uma empresa de tecnologia, serviços e energia limpa”, explica Ricardo Gondo, presidente da Renault do Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">No Brasil, desde 2013 a Renault comercializa veículos elétricos para empresas e projetos de mobilidade sustentável com os modelos: Zoe, Twizy e Kangoo Z.E. São cerca de 20 clientes e parceiros nesses projetos, como Porto Seguro, DHL, Mercado Livre, CPFL e Itaipu, entre outros. Ao todo já são mais de 300 veículos elétricos Renault em circulação no país, número que coloca a marca como líder de veículos 100% elétricos também no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/03/0l2a5496-copia.gif"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-9904" alt="0l2a5496 copia" src="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/03/0l2a5496-copia-150x150.gif" width="150" height="150" /></a>Noronha Carbono Zero</strong><br />
Em janeiro do ano passado, o governador Paulo Câmara sancionou o Decreto-Lei nº 16.810/20, que regulamenta a entrada e circulação de carros a combustão na ilha. Com a medida, nenhum carro movido a gasolina, álcool e óleo diesel entrará na ilha a partir de 2022. Os veículos que estão em Noronha poderão continuar transitando até 2030, quando o trânsito será definitivamente restrito apenas aos transportes elétricos.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/03/0l2a5499-copia.gif"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-9905" alt="0l2a5499 copia" src="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/03/0l2a5499-copia-150x150.gif" width="150" height="150" /></a>O programa Noronha Carbono Zero contempla ainda outras ações de sustentabilidade e redução de emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), substâncias que causam o aquecimento global, fazendo da ilha um território neutro na emissão de GEE. Também dentro do programa, foi firmado em 2020 um Termo de Cooperação Técnica entre o governo e a Companhia Energética de Pernambuco (Celpe), para o acionamento de dois novos módulos de baterias solares fotovoltaicas, reforçando o sistema de armazenamento na ilha, dobrando a utilização de energia limpa em horários de pico.</p>
<p style="text-align: justify;">“Com a entrega do ecoposto à população, damos continuidade ao projeto do Governo do Estado de reduzir a poluição atmosférica em Noronha, utilizando formas ambientalmente corretas de abastecimento, com energia renovável e automóveis que não agridam o meio ambiente”, afirma Guilherme Rocha, administrador de Fernando de Noronha.</p>
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		<title>Renault anuncia investimento de R$1,1 bilhão</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2021 01:26:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Auto Review]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias da categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Renault]]></category>

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		<description><![CDATA[RENAULT ANUNCIA INVESTIMENTO DE R$ 1,1 BILHÃO PARA A RENOVAÇÃO DA GAMA ATUAL DE PRODUTOS NO BRASIL A Renault do Brasil anuncia investimentos de R$ 1,1 bilhão no Complexo Ayrton...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>RENAULT ANUNCIA INVESTIMENTO DE R$ 1,1 BILHÃO PARA A RENOVAÇÃO DA GAMA ATUAL DE PRODUTOS NO BRASIL</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/03/20190125_rbuhrer_ricardogondo_051-copia.gif"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-9760" alt="20190125_rbuhrer_ricardogondo_051 copia" src="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/03/20190125_rbuhrer_ricardogondo_051-copia-150x150.gif" width="150" height="150" /></a>A Renault do Brasil anuncia investimentos de R$ 1,1 bilhão no Complexo Ayrton Senna, no Paraná, voltados para a renovação de veículos da gama atual e um motor turbo. Serão cinco novidades até a metade de 2022. O anúncio foi feito em Curitiba, no Palácio do Governo, com a presença do governador do Estado do Paraná, Carlos Massa Ratinho Junior, e do presidente da Renault do Brasil, Ricardo Gondo. Também serão lançados dois veículos elétricos no mesmo período.<br />
“Mesmo num cenário de muitos desafios, fico feliz em poder anunciar que seguimos investindo na atualização dos nossos produtos no Brasil”, destaca Ricardo Gondo.</p>
<p>Para a Renault o ano de 2020 foi marcado pelos impactos da pandemia, mas trouxe também algumas boas notícias. Em março, o Duster foi completamente renovado, com importantes evoluções no interior e exterior do veículo. A Renault conquistou 19 reconhecimentos por parte do mercado, como por exemplo, o Fórum Econômico Mundial reconheceu o Complexo Ayrton Senna (CAS) pelas inovações relativas à indústria 4.0. O CAS é a primeira planta industrial da América Latina a receber este reconhecimento. Além disso, a montadora também recebeu diversos prêmios de produto e pós-venda.</p>
<p>Outro importante acontecimento foi a aprovação do acordo coletivo com o Sindicato dos Metalúrgicos da grande Curitiba (SMC) e os colaboradores, o que trouxe previsibilidade e flexibilidade, fundamentais para a aprovação deste ciclo de investimentos. O acordo tem duração de quatro anos (2020-2024).</p>
<p>“O mercado brasileiro continua sendo estratégico para o Grupo Renault. A aprovação de um novo ciclo de investimentos para futuros projetos depende da melhoria da competitividade. Fatores como a complexidade e alta carga tributária, os altos custos logísticos e de fabricação comprometem a competitividade para fabricar no país”, afirma Luiz Fernando Pedrucci, SVP para a América Latina.</p>
<p style="text-align: justify;">A Renault do Brasil tem uma gama completa no país. Mantiveram sua liderança nos respectivos segmentos: Kwid, há três anos consecutivos, e Master há sete anos consecutivos. Complementam essa gama de sucesso Sandero, Logan, Stepway, que foram renovados em 2019, Duster completamente renovado em 2020, além do Captur e da Oroch.</p>
<p style="text-align: justify;">A montadora é líder na venda de veículos 100% elétricos no Brasil. Desde 2013 a Renault comercializa veículos elétricos para empresas e projetos de mobilidade com os modelos: Zoe, Twizy e Kangoo Z.E. São cerca de 20 clientes e parceiros nesses projetos, como Beep Beep, administração da ilha de Fernando de Noronha, Porto Seguro, CPFL e Itaipu, entre outros. Além disso, o Zoe é comercializado ao cliente final desde 2018. Ao todo já são mais de 300 veículos elétricos Renault em circulação no país.<br />
A marca segue com a aplicação do plano estratégico mundial Renaulution, que prevê a mudança da estratégia do Grupo Renault de volumes para valor.</p>
<p><strong>Renault do Brasil</strong></p>
<p>Produzindo no Brasil há mais de 22 anos, a Renault conta com cerca de 6.400 colaboradores diretos e gera aproximadamente 25 mil empregos indiretos. A Renault está localizada em São José dos Pinhais (PR), onde fica o Complexo Ayrton Senna, que reúne as quatro fábricas da marca no Brasil: a de automóveis (CVP), a de comerciais leves (CVU), a de motores (CMO), além da fábrica de injeção de alumínio (CIA). O Complexo Ayrton Senna está localizado em um espaço de 2,5 milhões de m², sendo que 60% dessa área são de mata preservada.</p>
<p>O Complexo Ayrton Senna também conta com cerca de 800 engenheiros. Instalado em 2007, o centro de tecnologia Renault Tecnologia Américas (RTA) tem o objetivo de desenvolver produtos voltados às necessidades e ao perfil do consumidor latino-americano. No país, a Renault também conta com o Renault Design Center São Paulo, o único estúdio de design da marca no continente americano.</p>
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		<title>Comunicado do Conselho de administração Renault</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2021 01:37:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Auto Review]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias da categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Renault]]></category>

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		<description><![CDATA[COMUNICADO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO RENAULT O Grupo Renault continua sua estratégia de renovação de seu Conselho de Administração iniciada em 2019, reforçando suas competências nas áreas de finanças, digital...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>COMUNICADO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO RENAULT</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/02/logo-instpjg-copia.gif"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-9729" alt="logo-instpjg copia" src="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/02/logo-instpjg-copia-150x150.gif" width="150" height="150" /></a>O Grupo Renault continua sua estratégia de renovação de seu Conselho de Administração iniciada em 2019, reforçando suas competências nas áreas de finanças, digital e de mobilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">O Conselho de Administração da Renault decidiu, mediante recomendação do Comitê de Governança e Remuneração, propor à Assembleia Geral dos Acionistas de 23 de abril de 2021 a nomeação de dois novos administradores independentes, Bernard Delpit e Frédéric Mazzella.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o objetivo de acompanhar a evolução do Conselho limitando o número de seus membros, Patrick Thomas comunicou sua decisão, com antecipação de um ano, de colocar seu mandato à disposição do Conselho a partir da Assembleia Geral de 2021.</p>
<p style="text-align: justify;">O Conselho de Administração também decidiu propor a renovação, por quatro anos, dos mandatos de administradores de Miriem Bensalah Chaqroun, Marie-Annick Darmaillac, Yu Serizawa e Thomas Courbe.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, o Conselho de Administração submeterá à votação da Assembleia Geral a nomeação de Noël Desgrippes, candidato ao posto de administrador representante dos funcionários acionistas, em substituição a Benoit Ostertag cujo mandato chega ao fim.</p>
<p style="text-align: justify;">“Gostaria de agradecer a Patrick Thomas, que foi um pilar do Conselho de Administração nestes últimos anos e que, hoje, está antecipando o término de seu mandato para acompanhar a aceleração da transformação do Grupo Renault. As nomeações de Bernard Delpit e Frédéric Mazzella, propostas pelo Conselho de Administração, se inserem em uma nova dinâmica. Bernard Delpit tem uma longa experiência em desafios financeiros tanto na esfera pública como em grandes grupos cotados na bolsa de valores, tendo exercido responsabilidades operacionais na indústria automotiva. Frédéric Mazzella tem uma posição de protagonista como empreendedor inovador, além de ser o criador de uma das empresas mais emblemáticas de novas mobilidades do mundo. Sua ampla experiência e perfil constituirão valiosos diferenciais, dando suporte à implementação do plano estratégico do grupo Renault. Também estou muito feliz que a nomeação de Noël Desgrippes tenha sido proposta para o posto de administrador representante dos funcionários acionistas. Seus conhecimentos a respeito da empresa e seu engajamento junto às instâncias representativas do pessoal serão grandes diferenciais para o Conselho de Administração, que se empenhará em ouvir, com especial atenção, a voz dos funcionários”, declarou Jean-Dominique Senard, Presidente do Conselho de Administração.</p>
<h1 style="text-align: justify;">Biografias</h1>
<p style="text-align: justify;">Bernard Delpit é vice-presidente executivo e CFO do grupo Safran. É bacharel em Direito, formado pelo Instituto de Estudos Políticos de Paris (Institut d&#8217;Études Politiques de Paris, IEP) e pela Escola Nacional de Administração (École Nationale d&#8217;Administration, ENA). Iniciou sua carreira em 1990 na Inspeção Geral de Finanças, tendo posteriormente assumido diferentes funções no Ministério da Economia e Finanças. Em 2000, entrou para o grupo PSA Peugeot Citroën, onde exerceu, a partir de 2001, a função de diretor geral adjunto da Dong Feng Peugeot Citroën Automobiles na China e, depois, diretor do Controle de Gestão do grupo PSA, em 2004. Em 2007, passou a fazer parte do gabinete do presidente da França, como assessor econômico. Em 2009, tornou-se vice-CEO e CFO do Grupo La Poste (a empresa de correios da França) e, depois, entrou para o Grupo Crédit Agricole como CFO, em 2011. É CFO do Grupo Safran desde 2015, tendo sido nomeado vice-CEO em janeiro de 2021.</p>
<p style="text-align: justify;">Frédéric Mazzella é presidente e fundador da BlaBlaCar, e copresidente empreendedor da France Digitale, a maior associação de startups na Europa. Após uma trajetória que incluiu as áreas de Física, Informática e Música na Escola Normal Superior de Paris (ENS Ulm), Stanford, INSEAD, na NASA e no Conservatório Superior de Paris, Frédéric criou a primeira versão do aplicativo BlaBlaCar, para tornar o conceito de caronas prático e popular. Assim que o conceito foi testado e comprovado na França, a empresa realizou um forte crescimento internacional, tornando-se o primeiro &#8220;unicórnio&#8221; francês e líder mundial em sua área, reunindo uma comunidade de 90 milhões de motoristas e passageiros, em 22 países. A BlaBlaCar se posiciona atualmente como campeã do segmento de mobilidade compartilhada, sustentável, acessível e multimodal, incluindo à sua oferta histórica de caronas de longa distância a carona casa-trabalho e o transporte por ônibus. Paralelemente, desde 2018, Frédéric Mazzella tem como foco a energia da associação France Digitale em relação aos temas da soberania tecnológica, impacto e talento.</p>
<p style="text-align: justify;">Noël Desgrippes é formado em Eletrônica-Eletrotécnica-Automação, além de ter um Diploma de Estudos Superiores Especializados (DESS) em Controle Industrial e Gestão da Qualidade pela Universidade de Clermont-Ferrand. Após um ano como bombeiro de Paris, iniciou sua carreira na Renault há 25 anos, no Departamento de Engenharia Mecânica, como piloto do sistema de gestão da qualidade e, depois, entrou para a Direção do Meio Ambiente, onde supervisionou a implantação da certificação ISO 14001 em diferentes fábricas do grupo. Entrou depois para a Direção do Polo Imobiliário e Serviços Gerais, como secretário técnico. Atualmente, é responsável por uma equipe de Suporte Técnico no Centro Técnico de Lardy. Noël Desgrippes também detém o mandato de presidente do Conselho Fiscal do Fundo Mútuo de Investimento de Empresa (“Fonds Commun de Placement d&#8217;Entreprise, FCPE”) da Renault Franca.</p>
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		<title>Renault, 43 anos de fórmula 1</title>
		<link>http://www.autoreview.com.br/renault-43-anos-de-formula-1/</link>
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		<pubDate>Thu, 28 Jan 2021 18:42:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Auto Review]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Fórmula 1]]></category>
		<category><![CDATA[Renault]]></category>

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		<description><![CDATA[RENAULT, 43 ANOS DE FÓRMULA 1 Em 16 de julho de 1977, a Renault disputava seu primeiro Grande Prêmio de Fórmula 1 e abria um novo capítulo em sua história....]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>RENAULT, 43 ANOS DE FÓRMULA 1</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/01/1-copia.gif"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-9535" alt="1 copia" src="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/01/1-copia-150x150.gif" width="150" height="150" /></a>Em 16 de julho de 1977, a Renault disputava seu primeiro Grande Prêmio de Fórmula 1 e abria um novo capítulo em sua história. Uma longa história que remonta às primeiríssimas corridas e, de alguma forma, às origens dos esportes a motor. A Renault participou de todos os tipos de provas, em circuitos, rali-raides, recordes ou ainda Endurance… A Renault teve vitórias em todas as disciplinas, onde o nome da Renault se inseriu em um momento ou outro no topo da classificação. Seria inevitável que, em sua estratégia de competições, a Renault se interessasse um dia pela F1, a categoria máxima do automobilismo esportivo.</p>
<p>Desde 1977, mais de quatro décadas se passaram, todas marcadas por um compromisso determinado, engajado, inteligente e – sempre – altamente tecnológico. Pois a Renault não apenas conta com inúmeras vitórias, mas tem contribuído cada vez mais com uma série inovações na área de chassi, aerodinâmica e também de motores. Hoje, a Renault faz parte integrante deste mundo mágico dos Grandes Prêmios e inspira em todos os seus concorrentes um sentimento bastante arraigado: o de respeito.</p>
<p>Acompanhe a progressão detalhada da Renault na Fórmula 1.
</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Seis datas marcantes</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
23 de julho de 1975: o primeiro motor V6 de 1.500 cm3 turbo, chamado de 32T (diâmetro/curso 80 x 49,4 mm), roda no banco de testes em Viry-Châtillon.<br />
8 de agosto de 1975: o segundo V6 1500 cm3 turbo, chamado de 33T (diâmetro/curso 86 x 42,8 mm), passa pelos bancos de Viry-Châtillon.<br />
21 de novembro de 1975: batismo de pista do 33T, instalado secretamente sob o capô de um protótipo Alpine-Renault A441.<br />
19 de dezembro de 1975: batismo de pista do 32T, instalado incógnito no mesmo chassi.<br />
3 de janeiro 1977: início da construção do chassi RS01.<br />
10 de maio de 1977: apresentação oficial do RS01 no Pub Renault, atualmente Atelier Renault, nos Champs-Élysées, em Paris.</p>
<h1 style="text-align: justify;">1977</h1>
<p style="text-align: justify;">A equipe Renault escolhe cinco Grandes Prêmios nos quais o RS01 pode dar seus primeiros passos. A Renault decidiu por explorar um caminho inédito na F1, o motor turbo, e este apresenta uma desvantagem: seu tempo de resposta à aceleração. Assim, as cinco corridas escolhidas são testes de dimensões reais em circuito, onde o tempo de resposta não será intransponível em matéria de pilotagem. A Renault participa com apenas um carro pilotado por Jean-Pierre Jabouille, piloto oficial da marca. As provas escolhidas são a de Silverstone na Grã-Bretanha, Zandvoort na Holanda, Monza na Itália, Watkins Glen nos Estados Unidos e Mosport no Canadá. O Renault RS01 faz sua estreia nas competições em 16 de julho de 1977, no Grande Prêmio da Grã-Bretanha.</p>
<h1 style="text-align: justify;"><a href="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/01/2-copia.gif"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-9536" alt="2 copia" src="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/01/2-copia-150x150.gif" width="150" height="150" /></a>1978</h1>
<p style="text-align: justify;">A Renault participa de catorze dos dezesseis Grandes Prêmios da temporada de 1978 e o programa F1 é naturalmente incluído nas oficinas de Viry-Châtillon. A primeira recompensa acontece em 1º  de outubro, no Grande Prêmio dos Estados Unidos: Jean-Pierre Jabouille marca os três primeiros pontos da Renault na F1 ao terminar em quarto lugar no dia de seu 36º aniversário.</p>
<h1 style="text-align: justify;">1979</h1>
<p style="text-align: justify;">A Renault passa a ser parte integrante da elite do automobilismo esportivo. Um segundo piloto, René Arnoux, compete ao lado de Jean-Pierre Jabouille. Os chassis RS01 dão lugar aos RS10, depois aos RS11, carros com um efeito de solo bem mais avançado, incorporando o motor V6 1,5 l sobrealimentado. No início de janeiro, no circuito de Dijon, a Renault Sport realiza os primeiros testes de um V6 com duplo turbo. Este dispositivo aparece em competições no fim de maio, em Mônaco. Em 1º de julho, a Renault entra para a história com a vitória de Jean-Pierre Jabouille no Grande Prêmio da França em Dijon, com mais de catorze segundos de vantagem sobre a Ferrari de Gilles Villeneuve e o Renault de René Arnoux, envolvidos em um duelo histórico.<br />
<em>Vitória na França.</em></p>
<p>Você sabia?<br />
*<em>Jean-Pierre Jabouille</em><br />
<em>Nascido em 1º </em> <em>de outubro de 1942, Jean-Pierre Jabouille pilota pela Renault desde o início dos anos 1970, tanto nas Fórmulas de promoção como em corridas de carros esportivos. Consagrado Campeão da Europa de F2 com uma Elf2-Renault em 1976, disputa em seguida 49 Grandes Prêmios, dos quais 46 pela Renault. Conquistou seis pole positions e duas vitórias na F1, todas com a Renault.</em>
</p>
<h1 style="text-align: justify;"><a href="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/01/10-copia.gif"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-9537" alt="10 copia" src="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/01/10-copia-150x150.gif" width="150" height="150" /></a>1980</h1>
<p style="text-align: justify;"> Os progressos rápidos continuam e a Renault se torna o centro de todas as atenções no paddock. Os carros da Renault com motor turbo – vistos com ceticismo quando apareceram três anos antes – começam a realmente demonstrar todas suas qualidades. A partir dessa temporada, os chassis recebem um novo nome: a sigla não é mais RS, mas RE, em homenagem à petrolífera Elf, por sua contribuição importante nos projetos da Renault na F1. A equipe francesa vence três corridas, duas por René Arnoux no Brasil e na África do Sul, uma por Jean-Pierre Jabouille na Áustria, além do quarto lugar no Campeonato Mundial de Construtores. Entretanto, Jean-Pierre Jabouille se acidenta gravemente no Canadá e não disputa o último Grande Prêmio.<br />
<em>Vitórias no Brasil, na África do Sul e na Áustria.</em></p>
<p>Você sabia?<br />
<em>*René Arnoux</em><br />
<em>Nascido em 4 de julho de 1948, René Arnoux percorreu uma trajetória clássica para chegar à elite, começando pelo kart, depois continuando nas Fórmulas de promoção da Renault. Consagrado Campeão da Europa de F2 com uma Martini-Renault em 1977, disputa 149 Grandes Prêmios, dos quais 58 com a Renault. Entre 1979 e 1982, marca catorze pole positions e quatro vitórias para a conta da montadora francesa.</em>
</p>
<h1 style="text-align: justify;"><a href="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/01/11-copia.gif"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-9538" alt="11 copia" src="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/01/11-copia-150x150.gif" width="150" height="150" /></a>1981</h1>
<p style="text-align: justify;"> O lugar deixado por Jean-Pierre Jabouille após seu acidente e sua mudança para a Ligier é ocupado por Alain Prost, Campeão da Europa de F3. Os carros da Renault evoluíram para RE20B. A temporada se mostra vantajosa para o jovem francês que, sozinho, totaliza três vitórias, das quais a primeira em casa, em Dijon, um ano apenas após sua estreia na F1 com a McLaren-Ford. A Renault avança para o terceiro lugar do Campeonato Mundial de Construtores, enquanto que a Ferrari e outros seguiram o caminho traçado pela Renault, adotando um motor turbo. Já a equipe francesa introduz uma de suas inovações, o DPV (dispositivo de pré-rotação variável), que minimiza ainda mais o tempo de resposta do turbocompressor na aceleração e será copiado por todos os blocos sobrealimentados. No mês de maio, os novos chassis RE30 substituem os RE20B.<br />
<em>Vitórias na França, na Holanda e na Itália.</em></p>
<p>Você sabia?<br />
<em>*Alain Prost</em><br />
<em>Nascido em 24 de fevereiro de 1955, Alain Prost é o francês que possui o mais belo currículo na F1, com 199 Grandes Prêmios e quatro títulos mundiais: em 1985 e 1986 com a McLaren-Porsche, em 1989 com a McLaren-Honda e, em 1993, com a Williams-Renault. Conquista 51 vitórias, das quais nove com a Renault e sete com a Williams-Renault. Alain Prost é atualmente embaixador e consultor especial da Renault.</em></p>
<h1 style="text-align: justify;">1982</h1>
<p style="text-align: justify;">Uma temporada razoável, apesar de quatro resultados bem-sucedidos, divididos igualmente entre René Arnoux e Alain Prost. Há muito tempo brigando pelo título mundial, este último é vítima de problemas de confiabilidade, impedindo que ele conquiste a coroa. A Renault testa várias novidades durante todo o ano, do desenvolvimento de um difusor soprado à injeção de gasolina por comando eletrônico, passando por uma caixa de câmbio transversal ou ainda suspensões com correção da distância do solo.<br />
<em>Vitórias na África do Sul, no Brasil, na França e na Itália.</em>
</p>
<h1 style="text-align: justify;"><a href="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/01/12-copia.gif"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-9539" alt="12 copia" src="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/01/12-copia-150x150.gif" width="150" height="150" /></a>1983</h1>
<p style="text-align: justify;">
Paralelamente à equipe oficial, a Renault também motoriza a Lotus de Elio de Angelis e de Nigel Mansell a partir do Grande Prêmio da Grã-Bretanha. Na Renault, René Arnoux é substituído pelo americano Eddie Cheever, encarregado de ajudar Alain Prost. Os dois homens começam sua campanha com os chassis RE30C, antes da chegada do novo RE40 para Alain Prost em Long Beach, a segunda etapa do calendário. Essa é a mais bela temporada do Renault, mas Alain Prost perde finalmente o título por apenas dois pontos para Nelson Piquet. Vários observadores avaliam que a Brabham-BMW turbo do brasileiro não utiliza um combustível homologado, mas a Renault se recusa a vencer pela via judicial e não formaliza uma reclamação.<br />
<em>Vitórias na França, na Bélgica, na Grã-Bretanha e na Áustria.</em></p>
<h1 style="text-align: justify;">1984</h1>
<p style="text-align: justify;">
Uma grande renovação acontece em 1984. O francês Patrick Tambay e o britânico Derek Warwick substituem Alain Prost e Eddie Cheever ao volante dos novos RE50. A Renault continua a motorizar a Equipe Lotus com Elio de Angelis e Nigel Mansell, ampliando sua atividade ao agregar os carros da Ligier de Andrea de Cesaris e François Hesnault. No último Grande Prêmio da temporada, a Renault coloca um terceiro carro para Philippe Streiff em Portugal.
</p>
<h1 style="text-align: justify;"><a href="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/01/13-copia.gif"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-9540" alt="13 copia" src="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/01/13-copia-150x150.gif" width="150" height="150" /></a>1985</h1>
<p style="text-align: justify;">
Patrick Tambay e Derek Warwick renovam seus contratos, enquanto que o novo RE60 aparece pela primeira vez. A Renault Sport continua a fornecer motores à Lotus (Elio de Angelis e Ayrton Senna) e à Ligier (Jacques Laffite, Andrea de Cesaris e Philippe Streiff), depois à equipe Tyrrell (Stefan Bellof e Martin Brundle), a partir do mês de julho. Duas grandes promessas da F1 passam a competir motorizados pela Renault: Stefan Bellof na Tyrrell e Ayrton Senna na Lotus. O brasileiro causa sensação no início de uma fabulosa carreira, conquistando suas duas primeiras vitórias na F1 com uma Lotus-Renault em Portugal e na Bélgica, enquanto que seu companheiro de equipe Elio de Angelis vence em San Marino.<br />
<em>Vitórias do motor Renault com a Lotus em Portugal, em San Marino e na Bélgica</em></p>
<p>Você sabia?<br />
<em>*Elio de Angelis</em><br />
<em>Nascido em 26 de março de 1958, Elio de Angelis marcou sua época, demonstrando ser um excelente piloto e de uma elegância rara, tanto por seu estilo na pista como em seu comportamento no paddock. O italiano faleceu em 1986, enquanto realizava testes privados pela Brabham-BMW.</em>
</p>
<h1 style="text-align: justify;">1986</h1>
<p style="text-align: justify;"> No mês de agosto do ano anterior, a Renault anunciou o encerramento de suas atividades de chassi para se concentrar apenas em suas operações como fornecedora de motores. O primeiro produto  desta  estratégia  é  o  motor turbo EF15, destinado a responder ao regulamento que limita a capacidade do tanque, de 220 para 195 litros de combustível. Além disso, o EF15 conta pela primeira vez com uma novidade técnica empregada ainda hoje por todos os fornecedores de motores: o acionamento pneumático das válvulas. As equipes Lotus, Ligier e Tyrrell utilizam os motores Renault. Ayrton Senna conquista duas novas vitórias em Jerez e em Detroit. No fim do ano, a Renault Sport suspende todas suas atividades da F1.<br />
<em>Vitórias do motor Renault com a Lotus na Espanha e nos Estados Unidos</em>.</p>
<p>Você sabia?<br />
<em>*Ayrton Senna</em><br />
<em>Nascido em 21 de março de 1960, Ayrton Senna perdeu a vida ao volante de uma Williams-Renault em 1º de</em> <em>maio de 1994 em Ímola, durante seu Grande Prêmio de número 161. Sempre inspirando um verdadeiro culto que vai além do automobilismo esportivo, sua lista de vitórias inclui 65 pole positions (das quais dezesseis com um motor turbo Renault), 41 vitórias e três títulos de Campeão Mundial, em 1988, 1990 e 1991, com a McLaren-Honda.</em></p>
<h1 style="text-align: justify;"><a href="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/01/14-copia.gif"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-9541" alt="14 copia" src="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/01/14-copia-150x150.gif" width="150" height="150" /></a>1987</h1>
<p style="text-align: justify;">As atividades na F1 da Renault Sport são colocadas em standby, mas uma célula observatório, criada em Viry-Châtillon, é encarregada de estudar diferentes projetos. Suas atividades têm como foco principalmente um motor atmosférico de F1, seguindo o novo regulamento da categoria, que autorizará este tipo de motor de 3500 cm3, juntamente com o turbo de 1500 cm3. A Renault Sport discute a viabilidade deste motor com grandes escuderias de F1, em configurações V8, V10 e V12. O consenso aponta para o V10. A Renault Sport inicia então a construção de um V10, chamado de RS1.</p>
<h1 style="text-align: justify;">1988</h1>
<p style="text-align: justify;">O RS1 roda pela primeira vez no banco de testes em 30 de janeiro de 1988, um motor com dez cilindros em V com 67°. A Renault Sport concentra seus esforços na busca por uma escuderia de ponta para motorizar e um acordo é assinado com a Williams antes mesmo de os testes do RS1 serem finalizados.</p>
<h1 style="text-align: justify;"><a href="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/01/15-copia.gif"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-9542" alt="15 copia" src="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/01/15-copia-150x150.gif" width="150" height="150" /></a>1989</h1>
<p style="text-align: justify;">Montados nos chassis Williams FW12C e FW13, os motores Renault RS1 são elogiados pelos pilotos da escuderia britânica, o Italiano Riccardo Patrese e o belga Thierry Boutsen. A partir do primeiro Grande Prêmio da temporada no Brasil, uma Williams-Renault se qualifica na primeira fileira. Ao final de uma campanha bem-sucedida, Thierry Boutsen conquista duas vitórias e Riccardo Patrese marca sua primeira pole position em quase seis anos na Hungria. O italiano termina em terceiro na classificação genal, atrás do domínio da McLaren-Honda, enquanto que Thierry Boutsen termina em quinto. Para a Renault Sport, a aposta do retorno à F1 é ganha com o segundo lugar no Campeonato de Construtores para a Williams- Renault.<br />
<em>Vitórias do motor Renault com a Williams no Canadá e na Austrália.</em></p>
<p>Você sabia?<br />
<em>*Riccardo Patrese</em><br />
<em>Nascido em 17 de abril de 1954, Riccardo Patrese manteve por muito tempo o recorde do maior número de largadas na F1, com 256 Grandes Prêmios disputados. Atualmente, ocupa o oitavo lugar entre os pilotos que fizeram o maior número de largadas, sendo o primeiro lugar ocupado por Kimi Räikkönen. O italiano chegou à vitória seis vezes em sua carreira, das quais quatro vezes com a Williams-Renault.</em></p>
<h1 style="text-align: justify;"><a href="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/01/16-copia.gif"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-9543" alt="16 copia" src="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/01/16-copia-150x150.gif" width="150" height="150" /></a>1990</h1>
<p style="text-align: justify;"> O RS2 tem uma integração ainda melhor no chassi Williams FW13B, graças a uma redução de suas dimensões – 4,8 cm no comprimento e 1,5 cm em altura. Ele também é dois quilos mais leve e, a partir de então, a distribuição passa por uma corrente de comando e não mais por correias dentadas. Apesar destas melhorias, Riccardo Patrese e Thierry Boutsen têm uma temporada  difícil, pois a McLaren-Honda mantém sua hegemonia enquanto que a Ferrari e a Benetton-Ford assumem a vantagem sobre Williams-Renault.</p>
<p><em>Vitórias do motor Renault com a Williams em San Marino e na Hungria.</em></p>
<p>Você sabia?<br />
<em>*Thierry Boutsen</em><br />
<em>Nascido em 13 de julho de 1957, o belga conquistou uma reputação de piloto tenaz na pista e discreto fora dela. Thierry Boutsen passou dois anos de sua carreira na equipe Williams-Renault, com a qual conquistou as três vitórias na F1 constantes em seu currículo.</em></p>
<h1 style="text-align: justify;">1991</h1>
<p style="text-align: justify;"> Na Williams, Nigel Mansell substitui Thierry Boutsen ao volante da nova FW14. Paralelamente, a Renault segue seu desenvolvimento com o RS3, que ganha ainda 1,4 cm em altura e dois quilos em comparação com o RS2. Desde o RS1, a potência passou de 650 para 700 cavalos a 12.500 RPM. A Williams-Renault recupera o segundo lugar no Campeonato de Construtores, ficando perto da McLaren-Honda. Com cinco vitórias, Nigel Mansell termina como vice-campeão, enquanto que Riccardo Patrese conquista duas novas vitórias.<br />
<em>Vitórias do motor Renault com a Williams no México, na França, na Grã-Bretanha, na Alemanha, na Itália, em Portugal e na Espanha.</em>
</p>
<h1 style="text-align: justify;"><a href="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/01/18-copia.gif"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-9544" alt="18 copia" src="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/01/18-copia-150x150.gif" width="150" height="150" /></a>1992</h1>
<p style="text-align: justify;"> Um excelente resultado para a Williams e a Renault com o casamento perfeito do chassi FW14B  com os motores RS3C e RS4. A Williams concentra uma série de tecnologias, com sua suspensão ativa revolucionária e sua caixa de câmbio com comando semiautomático. O RS4, sem alterações nas dimensões em comparação com o RS3, desenvolve 750 cavalos a quase 13.000 RPM. Riccardo Patrese vence no Japão e Nigel Mansell acumula nove vitórias, tornando-se Campeão Mundial a partir do mês de agosto na Hungria, cenário da décima primeira prova, em uma temporada que totaliza dezesseis. A Williams-Renault faz uma dobradinha, vencendo o Campeonato de Construtores. A Renault Sport também motoriza as Ligier pilotadas por Erik Comas e Thierry Boutsen.<br />
<em>Vitórias do motor Renault com a Williams na África do Sul, no México, no Brasil, na Espanha, em San Marino, na França, na Grã-Bretanha, na Alemanha, em Portugal e no Japão.</em><br />
<em>Dobradinha das Williams-Renault no Campeonato Mundial de Pilotos; a Williams-Renault é Campeã Mundial de Construtores de F1.</em></p>
<p>Você sabia?<br />
<em>*Nigel Mansell</em><br />
<em>Nascido em 8 de agosto de 1953, Nigel Mansell passou a maior parte de sua carreira na Lotus, Ferrari e Williams. Enzo Ferrari dizia que ele era um “garibaldino”, ou seja um guerreiro raçudo. O britânico conquistou trinta e uma vitórias na F1, das quais vinte e oito com a Williams.</em>
</p>
<h1 style="text-align: justify;">1993</h1>
<p style="text-align: justify;"> Mais uma vez uma temporada memorável para a Williams-Renault, com a chegada do Tricampeão Mundial Alain Prost, que renovou seu contrato com a Renault dez anos após ter deixado a escuderia. Extremamente sofisticado, o chassi Williams FW15C conta com ainda mais tecnologias eletrônicas e informáticas que no ano anterior, a ponto de ser chamado de um “verdadeiro Airbus em miniatura” por Alain Prost. O motor RS5 entrega 770 cavalos a 13.600 RPM. Ele também motoriza as Ligier de Martin Brundle e Mark Blundell. Alain Prost vence sete vezes, conquistando uma quarta coroa mundial. Paralelamente, seu companheiro de equipe Damon Hill vence três vezes e ambos os homens acumulam vinte e dois pódios para a Williams-Renault.<br />
<em>Vitórias do motor Renault com a Williams na África do Sul, em San Marino, na Espanha, no Canadá, na França, na Grã-Bretanha, na Alemanha, na Hungria, na Bélgica e na Itália.</em><br />
<em>A Williams-Renault mantém os títulos de Campeã Mundial de Pilotos e Construtores.</em></p>
<h1 style="text-align: justify;"><a href="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/01/19-copia.gif"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-9545" alt="19 copia" src="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/01/19-copia-150x150.gif" width="150" height="150" /></a>1994</h1>
<p style="text-align: justify;">
Um ano terrível. Damon Hill termina a apenas um ponto do título mundial, após um duelo homérico contra Michael Schumacher. O britânico totaliza seis vitórias ao volante das Williams FW16 e FW16B motorizadas pelo Renault RS6, que atingem 14.500 RPM em potência máxima. Entretanto, o mundo inteiro só pensa em Ayrton Senna, vítima de um acidente fatal em Ímola, durante o Grande Prêmio de San Marino. O brasileiro conquistou suas três últimas pole positions com a Williams-Renault. Após um período de luto, Ayrton Senna foi substituído por David Coulthard e depois Nigel Mansell, que vence uma última vez com a Williams-Renault na Austrália. Sem efusão de alegria, como acontece às vezes na F1.</p>
<p>Com a Ligier-Renault, os franceses Éric Bernard e Olivier Panis conquistaram treze vitórias.<br />
<em>Vitórias do motor Renault com a Williams na Espanha, na Grã-Bretanha, na Bélgica, na Itália, em Portugal, no Japão e na Austrália.</em></p>
<p>Você sabia?<br />
<em>*David Coulthard</em><br />
<em>Nascido em 27 de março de 1971, David Coulthard teve um verdadeiro batismo de fogo, ao ter que substituir Ayrton Senna na Williams-Renault em sua estreia na elite, em 1994. O escocês enfrentou o desafio, mas foi somente no ano seguinte que ele conquistou sua primeira vitória na F1, no Grande Prêmio de Portugal, disputado em Estoril.</em></p>
<h1 style="text-align: justify;">1995</h1>
<p style="text-align: justify;">O regulamento da F1 muda: a cilindrada dos motores é reduzida para 3 litros, enquanto que as restrições de consumo e reabastecimento desaparecem. O primeiro motor de 3 litros da Renault roda no banco de testes de Viry-Châtillon em 25 de novembro de 1994 e se torna rapidamente a referência, dominando seus concorrentes Ferrari, Mercedes, Honda, Peugeot ou ainda Ford. Sua superioridade é tal que o clã Williams deve aceitar compartilhá-lo com outra escuderia, nada menos do que a Benetton, comandada pelo então Campeão Mundial Michael Schumacher. Coroado com a Benetton-Ford em 1994, o alemão faz a dobradinha em 1995 com a Benetton B195 e o motor Renault RS7, mais leve, mas tão potente quanto seu precursor. Esta façanha permite que as Benetton B195 e as Williams FW17 e FW17B dominem a temporada. Dos dezessete Grandes Prêmios, Michael Schumacher vence nove e seu companheiro de equipe Johnny Herbert vence um. Do lado da Williams, Damon Hill vence quatro vezes, contra uma vez para David Coulthard. Apenas Jean Alesi quebrou esta hegemonia, com uma vitória para a Ferrari no Canadá. Michael Schumacher, Damon Hill, David Coulthard e Johnny Herbert monopolizam as primeiras colocações do Campeonato de Pilotos, enquanto que a Benetton-Renault ultrapassa a Williams-Renault entre os Construtores.<br />
<em>Vitórias do motor Renault com a Benetton no Brasil, na Espanha, em Mônaco, na França, na Grã- Bretanha, na Alemanha, na Bélgica, na Itália, nos Grandes Prêmios da Europa e do Pacífico, assim como no Japão.</em><br />
<em>Vitórias do motor Renault com a Williams na Argentina, em San Marino, na Hungria, em Portugal e na Austrália.</em><br />
<em>A Benetton-Renault vence os Campeonatos Mundiais de Pilotos e Construtores, à frente da Williams-Renault.</em></p>
<p>Você sabia?<br />
<em>*Michael Schumacher</em><br />
<em>Nascido em 3 de janeiro 1969, Michael Schumacher é até hoje um dos pilotos que conquistou mais títulos na história da F1: sete títulos mundiais, dos quais o primeiro com a Benetton-Ford em 1994, um com a Benetton-Renault em 1995, e cinco outros com a Ferrari, de 2000 a 2004. O alemão foi por muito tempo o recordista em número de vitórias – 91 em 307 largadas – antes que Lewis Hamilton ultrapassasse este total, na temporada de 2020.</em></p>
<p>Você sabia?<br />
<em>*Johnny Herbert</em><br />
<em>Nascido em 25 de junho de 1964, o britânico pilotou para inúmeras escuderias como piloto titular ou substituto de luxo, mas sua mais bela temporada é inquestionavelmente a de 1995, quando ele conquistou duas das três vitórias de seu currículo com a Benetton-Renault.</em></p>
<h1 style="text-align: justify;"><a href="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/01/21-copia.gif"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-9546" alt="21 copia" src="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/01/21-copia-150x150.gif" width="150" height="150" /></a>1996</h1>
<p style="text-align: justify;">
A intertemporada traz várias mudanças nas equipes motorizadas pela Renault. Do lado da Williams, Damon Hill tem um novo companheiro de equipe com o canadense Jacques Villeneuve, enquanto que Michael Schumacher e Johnny Herbert são substituídos por duas das figuras mais populares da F1, Jean Alesi e Gerhard Berger, na Benetton. Os chassis Williams FW18 e Benetton B196 são equipados com o motor Renault RS8, um V10 ainda com 67°, 3,5 kg mais leve e entregando 760 cavalos a 14.500 RPM. As Williams fazem um verdadeiro ataque, ganhando doze dos dezesseis Grandes Prêmios. Damon Hill é consagrado Campeão Mundial com oito vitórias e Jacques Villeneuve marca mais quatro para sua estreia na F1. Para a Benetton, Jean Alesi termina em quarto na classificação geral e Gerhard Berger em sexto.<br />
<em>Vitórias do motor Renault com a Williams na Austrália, no Brasil, na Argentina, no Grande Prêmio da Europa, em San Marino, no Canadá, na França, na Grã-Bretanha, na Alemanha, na Hungria, em Portugal e no Japão.</em><br />
<em>A Williams-Renault faz a dobradinha no Campeonato de Pilotos, conquistando o Campeonato Mundial de Construtores.</em><br />
Você sabia?<br />
*<em>Damon Hill</em><br />
<em>Nascido em 17 de setembro de 1960, Damon é filho do Bicampeão Mundial Graham Hill (1962 e 1968). Determinado e paciente, demonstrou toda sua tenacidade ao tomar as rédeas da equipe Williams-Renault após o acidente mortal de Ayrton Senna. O britânico venceu vinte e dois Grandes Prêmios, dos quais vinte e um com a Williams-Renault.</em></p>
<h1 style="text-align: justify;">1997</h1>
<p style="text-align: justify;">Nova mudança na Williams-Renault, onde Heinz-Harald Frentzen substitui Damon Hill ao lado de Jacques Villeneuve. A Benetton mantém Jean Alesi e Gerhard Berger. Os chassis Williams FW19 e Benetton B197 passam a ser motorizados pelo RS9. A principal novidade vem do ângulo do V dos dez cilindros, que aumentou para 71°. O motor ganha 2,5 cm em altura e um peso adicional de onze quilos, totalizando 121 kg.  Este feito  técnico  permite que ele entregue  760  cavalos  a 14.600 RPM. Jacques Villeneuve é consagrado com sete vitórias, enquanto que Heinz-Harald Frentzen também ganha uma corrida. A Williams-Renault também domina o Campeonato de Construtores, no qual a Benetton-Renault fica com o terceiro lugar.<br />
<em>Vitórias do motor Renault com a Williams no Brasil, na Argentina, em San Marino, na Espanha, na Grã-Bretanha, na Hungria, na Áustria e em Luxemburgo.</em><br />
<em>Dobradinha dos pilotos da Williams-Renault no Campeonato de Pilotos; a Williams-Renault conquista seu quinto título dos Construtores em seis anos.</em></p>
<p>Você sabia?<br />
<em>*Jacques Villeneuve</em><br />
<em>Nascido em 9 de abril de 1971, Jacques Villeneuve é filho de uma das lendas da F1, Gilles Villeneuve, que morreu ao volante de uma Ferrari, em 1982. Assim como seu pai, Jacques construiu uma carreira pouco convencional, sendo um dos raríssimos pilotos a entrar para a F1 após várias vitórias fora da Europa, dentre as quais as 500 Milhas de Indianápolis, em 1995. O canadense conquistou onze vitórias, todas com a Williams- Renault.</em></p>
<p>Você sabia?<br />
<em>*Heinz-Harald Frentzen</em><br />
<em>Nasceu em 18 de maio de 1967. Tendo vindo do Mundial de Endurance, Heinz-Harald Frentzen rapidamente chamou a atenção da Williams-Renault com sua performance, mas o alemão não conseguiu ser um verdadeiro rival para seu companheiro de equipe, sobrepujando-o rapidamente.</em>
</p>
<h1 style="text-align: justify;">1998</h1>
<p style="text-align: justify;">A Renault sai de Jerez com sentimentos conflitantes na noite do último Grande Prêmio de 1997. Jacques Villeneuve, Williams e Renault são Campeões Mundiais, mas a Renault já anunciou sua saída da F1. Mas como deixar no museu uma joia como o RS9? Parceiro de longa data da Renault, o grupo Mecachrome fica com o RS9, batizando-o de GC37-01, para motorizar as Williams FW20 de Jacques Villeneuve e Heinz-Harald Frentzen. Este mesmo motor recebe o nome Playlife GC37-01 para as Benetton B198 de Giancarlo Fisichella e Alexander Wurz, mas estas duas experiências não trazem nenhuma vitória, enquanto que a Renault Sport abre uma nova célula de observatório.
</p>
<h1 style="text-align: justify;">1999</h1>
<p style="text-align: justify;">O RS9 é rebatizado de Supertec. Esta temporada não oferece grandes resultados, apesar da chegada de uma terceira equipe, a BAR-Supertec (Jacques Villeneuve e Ricardo Zonta), ao lado das Benetton-Playlife B199 de Giancarlo Fisichella e Alexander Wurz e das Williams-Supertec FW21 de Ralf Schumacher e Alessandro Zanardi.
</p>
<h1 style="text-align: justify;">2000</h1>
<p style="text-align: justify;">O tamanho diminui ligeiramente com os Supertec encontrando lugar nas Arrows A21 de Pedro de la Rosa e Jos Verstappen, mas também nas Benetton B200 de Giancarlo Fisichella e Alexander Wurz sob o nome de Playlife. Apesar de esta temporada não trazer nenhuma vitória, a grande novidade do ano diz respeito às negociações entre a Benetton e a Renault. A montadora francesa prepara seu retorno à F1 com seu próprio chassi e motor. A compra das instalações da equipe Benetton se concretiza em meados daquele ano.
</p>
<h1 style="text-align: justify;">2001</h1>
<p style="text-align: justify;">Ao comprar a equipe Benetton, a Renault passa a ter uma fábrica de chassi com tecnologia de ponta em Enstone, próximo de Oxford (Grã-Bretanha). Paralelamente, o motor Renault F1 tem como sede a fábrica de Viry-Châtillon. O chassi da temporada é batizado de B201 e confiado a Giancarlo Fisichella e ao futuro Campeão Mundial Jenson Button. O motor RS21 é um V10 de 3 litros, mas não se parece em nada – com exceção do número de cilindros – com seu precursor. É um motor totalmente novo, caracterizado por um ângulo de 101°. Ele propõe uma redução espetacular da altura no cabeçote, oferecendo  perspectivas  de  potência  em  evidente aumento:  quase  800  cavalos  a 17.200 RPM.
</p>
<h1 style="text-align: justify;">2002</h1>
<p style="text-align: justify;">A Renault marca seu retorno oficial sob o nome de Equipe Renault de F1 como construtor de F1 totalmente independente. A equipe recebe um novo companheiro de equipe ao lado de Jenson Button, o italiano Jarno Trulli. O chassi Renault produzido em Enstone é batizado de R202 e recebe o motor RS22, agora mais potente, com 825 cavalos a 17.500 RPM. Jenson Button e Jarno Trulli frequentemente se aproximam do pódio, sem nunca conseguir subir efetivamente.</p>
<h1 style="text-align: justify;">2003</h1>
<p style="text-align: justify;"> As sementes do sucesso. A Renault utiliza dois algarismos no nome de seu chassi, batizando-o de R23. O R23B o substitui durante a temporada. Ambos recebem o motor RS23. O chassi e o motor apresentam várias inovações, sendo o motor bem mais leve, para atingir uma rotação máxima de 18.000 RPM. Jenson Button é substituído pelo piloto de testes da equipe em 2002, um certo Fernando Alonso. No Grande Prêmio da Hungria, o espanhol surpreende os observadores, conquistando a pole position e depois vencendo a corrida, deixando Michael Schumacher, o mestre indiscutível da F1 com a Ferrari durante anos, uma volta atrás. A Renault termina em quarto lugar no Campeonato de Construtores.</p>
<p><em>Vitória da Renault na Hungria.</em></p>
<p>Você sabia?<br />
<em>*Fernando Alonso</em><br />
<em>Nascido em 29 de julho de 1981, o espanhol rapidamente se tornou o queridinho do Renault. Após uma primeira temporada na pequena equipe Minardi, em 2001, ele é contratado como piloto de testes pela Renault em 2002, tornando-se titular em 2003. Sua primeira vitória na Hungria faz dele o mais jovem vencedor da história, com 22 anos e 26 dias. Antes de seu retorno à F1 no ano seguinte, Fernando Alonso acumula 32 vitórias na F1, das quais dezessete com a Renault, e dois títulos mundiais com o construtor francês, em 2005 e 2006. Assim, ele se torna o mais jovem Campeão Mundial da história, com 24 anos e 59 dias, um recorde batido apenas por Sebastian Vettel e Lewis Hamilton. Ele também disputou as 500 Milhas de Indianápolis em 2017, onde assumiu a liderança antes de ter um problema no motor, vencendo as 24 Horas de Le Mans em 2018 e 2019.</em></p>
<p>Você sabia?<br />
<em>*Giancarlo Fisichella</em><br />
<em>Nascido em 14 de janeiro de 1973, Giancarlo Fisichella passou quatro temporadas na Benetton, de 1998 a 2001, voltando para a equipe sob o nome da Renault, de 2005 a 2007. Piloto aguerrido, “Fisico” conquistou três vitórias na F1, sendo duas com a Renault, em 2005 e 2006. O italiano passou em seguida para a Endurance, com a Ferrari.</em>
</p>
<h3 style="text-align: justify;">Você sabia?</h3>
<p style="text-align: justify;"><em>*Jarno Trulli</em><br />
<em>Nascido em 13 de julho de 1974, Jarno Trulli foi fiel à Renault durante três temporadas, de 2002 a 2004. O italiano teve uma vitória em Mônaco, em 2004.</em></p>
<h1 style="text-align: justify;">2004</h1>
<p style="text-align: justify;">Já faz algum tempo que é preciso enfrentar uma realidade. Para obter toda a potência do atual V10 de 3 litros com 101° do Renault, é preciso sacrificar um pouco da confiabilidade que sempre fez a reputação dos motores do Renault na F1. Também é preciso satisfazer um requisito: a partir de 2004, um único motor deverá ser usado durante todo o fim de semana da corrida. A Renault Sport decide então voltar às suas origens, abandonando o V10 com 101° para um RS24 mais clássico, com seu V10 de 72°. Ele entrega 880 cavalos a 19.000 RPM. Fernando Alonso e Jarno Trulli avançam no campeonato, com vários pódios e uma vitória do Italiano em Mônaco. A Renault sobe para o terceiro lugar no Campeonato de Construtores.<br />
<em>Vitória da Renault em Mônaco.</em></p>
<h1 style="text-align: justify;">2005</h1>
<p style="text-align: justify;"> O resultado ideal. A regulamentação evolui e endurece ainda mais. Em 2005, um motor deve ser usado em dois fins de semana de corrida e esta novidade fará a diferença na briga pelo título. Fernando Alonso continua na equipe, tornando-se o líder, enquanto que Giancarlo Fisichella substitui Jarno Trulli.<br />
Do ponto de vista aerodinâmico, o chassi R25 é de uma perfeição e confiabilidade exemplares. O motor RS25 oferece o mesmo nível de precisão e ainda mais performance. No Grande Prêmio do Brasil, a 17ª prova das dezenove corridas do calendário, Fernando Alonso é consagrado Campeão Mundial antes mesmo do fim da temporada. Este é o primeiro título na F1 obtido por uma escuderia 100% Renault. Entretanto, a McLaren-Mercedes e seus pilotos Kimi Räikkönen e Juan Pablo Montoya dificultam as coisas com suas dez vitórias e a estrutura britânica conta com menos de dois pontos de atraso em relação à Renault antes da final, na China. Até aquele momento, o plano do pessoal de motores em Viry-Châtillon acontece como previsto, com um motor a cada dois Grandes Prêmios, mas eles desenvolvem um motor único, destinado a durar somente uma corrida&#8230; Uma obra que é o orgulho de todos os seus autores. A McLaren é obrigada a guardar o champanhe. Com mais com 900 cavalos sob o capô, Fernando Alonso domina a corrida e garante o título de construtores à Renault.<br />
<em>Vitórias da Renault na Austrália, na Malásia, no Bahrein, em San Marino, na Europa, na França, na Alemanha e na China.</em><br />
<em>A Renault vence o título mundial de pilotos com Fernando Alonso e se torna Campeão Mundial de Construtores.</em></p>
<h1 style="text-align: justify;">2006</h1>
<p style="text-align: justify;"> Um ano magistral, no qual a Renault se preparou durante o ano anterior. Surgem novas restrições  em 2006. O regulamento ainda exige um motor para dois Grandes Prêmios, mas este motor deve agora ser um V8 2,4 l com 90°. O primeiro motor Renault deste tipo roda no banco de testes em Viry em 9 de setembro de 2005. Durante toda a temporada, o novo RS26 evolui, graças principalmente à progressão de seu regime de rotação, que vai chegar aos 20.000 RPM para entregar 800 cavalos no fim do ano. O chassi R26 conta com uma caixa de câmbio de sete velocidades pela primeira vez para a Renault na F1. Na pista, Fernando Alonso e Giancarlo Fisichella não deixam por menos ao brigar com os monstros Michael Schumacher e Ferrari. A dupla totaliza oito vitórias, das quais sete para o espanhol, que conquista um segundo título mundial consecutivo. A contribuição de seu companheiro de equipe também é crucial para permitir que a Renault tenha sucesso na defesa de sua coroa entre os construtores.<br />
<em>Vitórias da Renault no Bahrein, na Malásia, na Austrália, na Espanha, em Mônaco, na Grã- Bretanha, no Canadá e no Japão.</em><br />
<em>A Renault conquista o título mundial de pilotos com Fernando Alonso, sendo novamente consagrada entre os Construtores.</em></p>
<h1 style="text-align: justify;">2007</h1>
<p style="text-align: justify;"> A equipe Renault teve tempo de festejar o seu sucesso, mas a realidade de uma temporada 2007 mais complexa se aproxima. O R27 e seu motor RS27, estritamente derivado do motor do ano anterior, não permitem que nem Giancarlo Fisichella e nem Heikki Kovalainen – que substituiu Fernando Alonso – brilhem de verdade. Apenas o finlandês sobe ao pódio no Japão. Paralelamente, a Renault Sport retoma sua atividade de fornecedora de motores, equipando a Red Bull Racing onde pilotam David Coulthard e Mark Webber. A Red Bull Renault termina em quinto no Campeonato de Construtores, no qual a Renault se classifica em terceiro.</p>
<h1 style="text-align: justify;">2008</h1>
<p style="text-align: justify;">Nesta temporada, os chassis Renault R28 e Red Bull RB4 recebem um motor RS27 modificado. Os motores de F1 não podem mais ultrapassar os 19.000 RPM. Nenhuma mudança na Red Bull, onde David Coulthard e Mark Webber são mantidos, enquanto que na Renault acontece o retorno de Fernando Alonso e a chegada do iniciante Nelson Piquet Junior, filho do Tricampeão Mundial de F1 de mesmo nome. Fernando Alonso marca duas vitórias, mas a Red Bull-Renault não sobe ao mais alto degrau do pódio.<br />
<em>Vitórias da Renault em Cingapura e no Japão</em>.</p>
<h1 style="text-align: justify;">2009</h1>
<p style="text-align: justify;"> Este ano marca uma nova evolução do regulamento, já que oito motores são alocados a cada piloto para toda a temporada. Na Renault, o chassi R29 sucede ao R28, enquanto que o motor RS27 continua em desenvolvimento. Fernando Alonso recupera seu papel de líder, mas seu companheiro de equipe Nelson Piquet Junior é substituído por Romain Grosjean após a pausa do meio do ano, por falta de resultado. A campanha se mostra complicada, com um único pódio para Fernando Alonso, enquanto que a Red Bull-Renault começa a decolar. Recém-chegado à equipe, Sebastian Vettel conquista quatro vitórias ao volante do RB5 e Mark Webber conquista duas, levando sua escuderia ao segundo lugar no Campeonato de Construtores. Sebastien Vettel termina como vice-Campeão e Mark Webber em quarto.<br />
<em>Vitórias do motor Renault com a Red Bull na China, na Grã-Bretanha, na Alemanha, no Japão, no Brasil, e em Abu Dhabi.</em></p>
<p>Você sabia?<br />
<em>*Mark Webber</em><br />
<em>Nascido em 27 de agosto de 1976, Mark iniciou sua carreira na F1 com a Minardi, passando posteriormente pela Jaguar e a Williams. Mas foi com a Red Bull-Renault que o australiano obteve suas nove vitórias, todas conquistadas entre 2007 e 2013.</em></p>
<p>Você sabia?<br />
<em>*Sebastian Vettel</em><br />
<em>Nascido em 3 de julho de 1987, Sebastien Vettel se destacou em sua estreia na F1 com a BMW, no Grande Prêmio dos Estados Unidos de 2007. A performance do jovem piloto conquistou a Red Bull, que o coloca também na Toro Rosso, a equipe mais jovem da Red Bull, e com a qual ele marca sua primeira vitória. Em 2009, o alemão é promovido para a Red Bull-Renault e conquista quatro vitórias, mas o melhor ainda está por vir, com uma fulgurante ascensão que lhe rendeu quatro títulos mundiais sucessivos, de 2010 a 2013. Assim, Sebastian Vettel conquista o seu lugar no cenário do automobilismo esportivo. Com os motores Renault, Sebastian Vettel venceu trinta e oito vezes, estabelecendo um novo recorde de precocidade ao ser consagrado com a idade de 23 anos e 134 dias, à frente de Lewis Hamilton (23 anos e 301 dias) e Fernando Alonso (24 anos e 59 dias).</em></p>
<h1 style="text-align: justify;">2010</h1>
<p style="text-align: justify;"> Um novo regulamento esportivo entra em vigor. A vitória não vale mais dez pontos, mas vinte e cinco pontos. A classificação também aumenta, dos oito para os dez primeiros de cada corrida. Como no ano anterior, cada piloto conta com oito motores para a totalidade da temporada, mas os reabastecimentos passam a ser proibidos. A Equipe Renault de F1 renova sua dupla de pilotos, contratando o experiente polonês Robert Kubica e um novato russo, Vitaly Petrov. A dupla conta com o chassi R30 e o motor RS27, ainda em desenvolvimento. O mesmo motor motoriza o chassi Red Bull RB6. Apesar de uma concorrência extremamente acirrada, principalmente da Ferrari e da McLaren-Mercedes, a Red Bull vence nove dos dezenove Grandes Prêmios. Mark Webber vence quatro vezes e Sebastian Vettel cinco. Associadas aos vários pódios do alemão, estas vitórias permitem que ele conquiste seu primeiro título mundial.<br />
<em>Vitórias do motor Renault com a Red Bull na Malásia, na Espanha, em Mônaco, na Europa, na Grã-Bretanha, na Hungria, no Japão, no Brasil e em Abu Dhabi.</em><br />
<em>A Red Bull-Renault faz a dobradinha, vencendo os Campeonatos de Pilotos e Construtores.</em></p>
<h1 style="text-align: justify;">2011</h1>
<p style="text-align: justify;">  O fim de uma época. A Renault para de correr com seu próprio nome. Do lado dos motores, Viry-Châtillon segue sua missão. Um chassi R31 equipado com um motor RS27 participa do campeonato em 2011, mas a equipe, já contratada pela Renault, passa a exibir o nome de Lotus-Renault GP. Seus pilotos são Vitaly Petrov e Nick Heidfeld, este último tendo sido substituído após a parada de meio de ano por Bruno Senna. A Renault equipa também a Team Lotus, uma estrutura que faz referência à Equipe Lotus dos anos 1970, confiando seus monopostos a Jarno Trulli e Heikki Kovalainen. Os tribunais desempatarão o imbróglio dos nomes. Já a Red Bull continua com Sebastien Vettel e Mark Webber ao volante de seus RB7. No total, a Renault fornece seis motores por Grande Prêmio. A Red Bull-Renault sobrepuja totalmente a concorrência e a escuderia anglo-francesa vence doze das dezenove provas do calendário, das quais onze para Sebastian Vettel, consagrado a partir do décimo quinto evento, no Japão. Durante a corrida seguinte, na Coreia do Sul, a Red Bull-Renault conquista o título de Construtores, antes de a equipe Renault se despedir do paddock, após ter disputado seu 300º Grande Prêmio, no Brasil.<br />
<em>Vitórias do motor Renault com a Red Bull na Austrália, na Malásia, na Turquia, na Espanha, em Mônaco, na Europa, na Bélgica, na Itália, em Cingapura, na Coreia do Sul, na Índia e no Brasil.</em><br />
<em>A Red Bull-Renault vence os Campeonatos Mundiais de Pilotos e Construtores.</em></p>
<h1 style="text-align: justify;"></h1>
<h1 style="text-align: justify;">2012</h1>
<p style="text-align: justify;"> Com melhorias constantes, o motor Renault RS27 continua sua carreira e a Renault Sport se torna a fornecedora de motores favorita na F1, equipando quatro escuderias: os Campeões Mundiais Red Bull-Renault com Sebastian Vettel e  Mark Webber, a estrutura Lotus-Renault F1 Team  instalada em Enstone, com Kimi Räikkönen e Romain Grosjean (substituído por Jérôme d’Ambrosio na Itália), além da Caterham-Renault – antiga Equipe Lotus –, com Vitaly Petrov e Heikki Kovalainen, bem como a Williams-Renault, com Pastor Maldonado e Bruno Senna. Mais uma vez, Sebastian Vettel causa impacto com sua Red Bull-Renault, mas a Ferrari de Fernando Alonso dá o troco. O alemão deve esperar o 20º e último Grande Prêmio da temporada para ser coroado e obter seu terceiro título mundial, graças às suas cinco vitórias. Saindo vitorioso de Mônaco e Silverstone, Mark Webber não fica atrás. Dois outros concorrentes motorizados pela Renault sobem ao mais alto degrau do pódio: Pastor Maldonado e sua Williams-Renault na Espanha e Kimi Raikkonen e sua Lotus-Renault em Abu Dhabi. O finlandês termina em terceiro na classificação geral, atrás de Sebastian Vettel e Fernando Alonso.<br />
<em>Vitórias do motor Renault com a Red Bull no Bahrein, em Mônaco, na Grã-Bretanha, em Cingapura, no Japão, na Coreia do Sul e na Índia. Vitória com a Williams-Renault na Espanha. Vitória com a Lotus-Renault em Abu Dhabi.</em><br />
<em>A Red Bull-Renault vence os Campeonatos Mundiais de Pilotos e Construtores.</em></p>
<p>Você sabia?<br />
<em>*Pastor Maldonado</em><br />
<em>Nascido em 9 de março de 1985, Pastor Maldonado fez cinco temporadas na F1, das quais três com motores Renault. O venezuelano disputou 95 Grandes Prêmios e venceu o Grande Prêmio da Espanha de 2012 ao volante de uma Williams-Renault FW34.</em></p>
<p>Você sabia?<br />
<em>*Kimi Räikkönen</em><br />
<em>Nascido em 17 de outubro de 1979, Kimi Räikkönen é considerado hoje um veterano, mas o finlandês fez o seu nome vencendo corridas e conquistando títulos na Fórmula Renault. Conquistou duas vitórias para a Lotus-Renault em Abu Dhabi em 2012 e na Austrália em 2013. Kimi Räikkönen detém atualmente o recorde do maior número de largadas na F1.</em></p>
<h1 style="text-align: justify;">2013</h1>
<p style="text-align: justify;"> A Renault Sport motoriza as mesmas equipes que a temporada anterior: a Red Bull-Renault, com Sebastian Vettel e Mark Webber; a Williams-Renault, com Pastor Maldonado e o novato Valtteri Bottas; a Lotus-Renault, com Kimi Räikkönen e Romain Grosjean (Heikki Kovalainen substituirá seu compatriota nos dois últimos Grandes Prêmios do ano); a Caterham-Renault, com Charles Pic e Giedo Van der Garde. Sebastian Vettel se mostra a cada dia mais impressionante com treze vitórias, das quais nove consecutivas, um recorde em uma mesma temporada. O alemão conquista seu quarto título mundial e se une a Alain Prost no mais alto nível da categoria, atrás de Michael Schumacher e Juan Manuel Fangio. Kimi Räikkönen também conquista a única vitória do ano para a Lotus-Renault, na abertura da temporada.<br />
<em>Vitórias do motor Renault com a Red Bull na Malásia, em Bahrein, no Canadá, na Alemanha, na Bélgica, na Itália, em Cingapura, na Coreia do Sul, no Japão, na Índia, em Abu Dhabi, nos Estados Unidos e no Brasil.</em><br />
<em>Vitória do motor Renault com a Lotus na Austrália.</em><br />
<em>A Red Bull-Renault vence os Campeonatos Mundiais de Pilotos e de Construtores.</em></p>
<h1 style="text-align: justify;">2014</h1>
<p style="text-align: justify;">A Renault Sport trabalhou sem descanso para continuar o desenvolvimento de seu motor RS27 e ajudar seus parceiros na F1, mas o pessoal de motores em Viry-Châtillon também estava preparando o futuro. A temporada de 2014 abre uma nova era, a do motor híbrido, batizado de Renault Energy F1 na Renault Sport F1. De acordo com o novo regulamento da FIA, trata-se de um motor a combustão interna, com um turbocompressor, duas unidades elétricas auxiliares – uma para recuperar a energia cinética na frenagem e a outra para o calor do sistema de escape –, uma bateria e uma unidade de controle eletrônico. A Renault Sport estudava há vários meses um motor térmico de quatro cilindros até que a FIA decidiu, mediante solicitação da Ferrari, por uma configuração em V6. Os magos de Viry-Châtillon se concentram em um projeto deste tipo. Este novo grupo motopropulsor equipa quatro escuderias: os detentores do título Red Bull-Renault, com Sebastian Vettel e Daniel Ricciardo; a Lotus F1-Renault, com Romain Grosjean e Pastor Maldonado; a Toro Rosso-Renault, com Jean-Éric Vergne e Daniil Kvyat e, por fim, a Caterham-Renault, com Marcus Ericsson e Kamui Kobayashi, bem como que seus substitutos André Lotterer na Bélgica e Will Stevens em Abu Dhabi. Seis destes dez pilotos marcam pontos, mas apenas Daniel Ricciardo sobe no mais alto degrau do pódio por três vezes. O australiano termina a temporada em terceiro lugar no campeonato, enquanto que a Red Bull-Renault se classifica em segundo entre os construtores de F1.<br />
<em>Vitórias do motor Renault com a Red Bull no Canadá, na Hungria e na Bélgica.</em></p>
<p>Você sabia?<br />
<em>*Daniel Ricciardo</em><br />
<em>Nascido em 1º </em> <em>de julho de 1989, Daniel Ricciardo é conhecido no paddock por suas brincadeiras, sua risada e suas múltiplas tiradas engraçadas. Mas, ao volante, o australiano sabe se mostrar extremamente incisivo. Construiu a maior parte de sua carreira na Red Bull, primeiro na Toro Rosso, depois na equipe principal. Após sete vitórias com a Red Bull, Daniel entrou para a Renault F1 Team em 2019 e, desde então, conquistou dois pódios com o construtor francês.</em></p>
<h1 style="text-align: justify;">2015</h1>
<p style="text-align: justify;"> A Renault Sport concentra suas atividades de fornecedora de motores em duas equipes, a Red Bull e a Toro Rosso. Daniel Ricciardo e Daniil Kvyat assumem o volante das Red Bull RB11, enquanto que Max Verstappen e Carlos Sainz, novatos cujos nomes são bem conhecidos dos amantes do automobilismo esportivo, competem com a Toro Rosso STR10. Alguns pódios embelezam a temporada, mas grandes manobras são preparadas no comando da Renault e da Renault Sport. Após longos estudos, análises e pesquisas, o grupo francês estima que é melhor retornar à F1 com uma escuderia 100% oficial. A decisão é detalhada durante o ano, antes do anúncio do retorno de uma estrutura 100% Renault, em 3 de dezembro de 2015.</p>
<h1 style="text-align: justify;">2016</h1>
<p style="text-align: justify;">A Renault Sport continua a fornecer motores à Red Bull, que confia seus RB12 aos mesmos pilotos do ano anterior. O motor é batizado de TAG Heuer, em referência ao novo parceiro da escuderia. O retorno da Renault ao paddock é comemorado com um visual amarelo e preto na carroceria, remetendo ao início do construtor na F1. A Red Bull tem uma temporada movimentada. No Grande Prêmio da Espanha, o quinto encontro do calendário, a equipe passa o posto de Daniil Kvyat na Toro Rosso para Max Verstappen. A aposta dá certo e o holandês vence de cara seu primeiro Grande Prêmio, estabelecendo um novo recorde ao se tornar o mais jovem vencedor da história. Daniel Ricciardo vence na Malásia. A campanha da Renault se mostra difícil. A Renault Sport F1 Team teve que preparar os chassis que estavam em Enstone no momento da compra. Devido a problemas financeiros, a Lotus não podia construir chassis novos desde o final de 2014. Os chassis são batizados de R.S.16 e confiados a Jolyon Palmer e Kevin Magnussen, ambos filhos de ex-pilotos de F1.<br />
<em>Vitórias do motor Renault com a Red Bull na Espanha e na Malásia.</em></p>
<p>Você sabia?<br />
<em>*Max Verstappen</em><br />
<em>Nascido em 20 de setembro de 1997, Max é filho de Jos Verstappen, piloto que fez mais de cem largadas em Grandes Prêmios, entre 1994 e 2003. O holandês seguiu rapidamente a trajetória de seu pai, correndo em kart até conquistar o título mundial. Após ter passado por todas os etapas para entrar na F1 a partir da idade de dezessete anos, em 2015, disputou as quatro primeiras provas de 2016 na Toro Rosso, passando em seguida para a Red Bull, na Espanha. Max Verstappen tira partido dos eventos durante a corrida para subir ao pódio e se tornar o mais jovem vencedor de todos os tempos na F1, com 18 anos e 228 dias, à frente de Sebastian Vettel e Fernando Alonso.</em></p>
<h1 style="text-align: justify;">2017</h1>
<p style="text-align: justify;"> A Renault participa do campeonato com dois carros equipados com o motor híbrido RE17 no chassi RS17, considerado como o primeiro verdadeiro chassi Renault desde o retorno da marca como construtor independente. Ao lado de Jolyon Palmer, a Renault recruta o alemão Nico Hülkenberg, que se destacou na F1 e fora dela ao vencer as 24 Horas de Le Mans a partir de sua primeira tentativa, em 2015.</p>
<p>Em 16 de julho de 2017, em Silverstone, a Renault comemora o 40º aniversário de sua estreia na F1. Para marcar a data, Nico Hülkenberg tira partido de um pacote impressionante de melhorias feitas no R.S.17, para obter o sexto lugar e igualar seu melhor resultado do ano. Ele já tinha conseguido esta façanha na Espanha e conseguiu repeti-la na Bélgica. Apesar da sexta posição na chegada em Cingapura, Jolyon Palmer foi substituído pelo piloto da Toro Rosso Carlos Sainz, no Grande Prêmio dos Estados Unidos, onde terminou em sétimo em sua primeira prova sob as cores preto e amarelo. Nico Hülkenberg terminou a temporada em décimo no Brasil e em sexto em Abu Dhabi, levando a equipe ao sexto lugar do Campeonato de Construtores.
</p>
<h3 style="text-align: justify;">Você sabia?</h3>
<p style="text-align: justify;">*Nico Hülkenberg<br />
<em>Nascido em 19 de agosto de 1987, Nico Hülkenberg correu pela primeira vez na Fórmula 1 com a Williams, em 2010. Sem carro no ano seguinte, o alemão se torna piloto de testes e de reserva para a Force India, antes de voltar às competições, em 2012, e entrar para a Sauber, em 2013. Um ano mais tarde, Nico retorna à Force India para três temporadas, depois assina com a Renault, em 2017. Nico continua com a Renault até o fim de 2019, totalizando 62 Grandes Prêmios durante este período, tornando-se o segundo piloto a fazer mais largadas nos quarenta e três anos de história da equipe.</em></p>
<h1 style="text-align: justify;">2018</h1>
<p style="text-align: justify;"> Em 2018, a Renault mantém a dupla Nico Hülkenberg – Carlos Sainz, com a ambição de se aproximar das quatro equipes de ponta. O ano começa com a introdução do “halo”, uma peça de titânio montada sobre a célula de sobrevivência do chassi, para proteger a cabeça dos pilotos contra destroços ou colisões. Apesar do visual criticado por alguns fãs e espectadores durante os testes de pré-temporada em Barcelona, o dispositivo passa a fazer parte integrante da Fórmula 1.</p>
<p>Nico Hülkenberg e Carlos Sainz formam uma dupla dinâmica: o alemão contribui com sua experiência e o espanhol com seu entusiasmo ao volante de uma F1. Os bons resultados se sucedem durante a primeira metade da temporada e Nico Hülkenberg fica no top dez em seis das oito primeiras corridas. Carlos Sainz também se mostra inspirado, com um quinto lugar no Azerbaijão, na época o melhor resultado da equipe desde seu retorno.</p>
<p>A dinâmica continua com um top 5 de Nico Hülkenberg em casa, sua melhor performance para suas duas primeiras campanhas com a escuderia. Antes da pausa de meio de ano, a Renault envia uma forte mensagem ao anunciar a chegada de um vencedor de Grande Prêmio, Daniel Ricciardo, a partir de 2019.</p>
<p>Envolvida em uma fascinante batalha pela quarta posição no Campeonato de Construtores, a Renault coloca regularmente seus dois monopostos no top 10. Os pontos continuam a se acumular e a equipe quase garante seu status de quarta potência da categoria no Grande Prêmio dos Estados Unidos, onde Nico Hülkenberg se classifica em sexto, à frente de Carlos Sainz. Novamente em sexto no México, Nico Hülkenberg aproxima a escuderia de seu objetivo, que se concretizou com a performance espetacular de Carlos Sainz em Abu Dhabi, quando o espanhol terminou em sexto em sua última atuação com as cores preto e amarelo, antes de ceder seu lugar para Daniel Ricciardo.</p>
<h1 style="text-align: justify;">2019</h1>
<p style="text-align: justify;"> A Renault inicia o ano de 2019 com uma dos melhores duplas no grid, com Daniel Ricciardo, sete vezes vencedor na F1, e o experiente Nico Hülkenberg, presente para uma terceira temporada com a equipe baseada em Enstone. Após a decisão da Red Bull Racing de dar fim aos doze anos de parceria com a Renault para o fornecimento de motores, a McLaren se torna a única escuderia cliente. A Renault começa sua campanha discretamente, mas o R.S.19 revela plenamente seu potencial no Grande Prêmio do Canadá, com o sexto lugar de Daniel Ricciardo, logo à frente de Nico Hülkenberg. Um passo além é dado na Itália, onde o australiano termina em quarto e o alemão em quinto, para entregar a melhor pontuação da Renault desde seu retorno, em 2016.</p>
<p>Porém, o ano é coberto de comoção pela morte trágica de Anthoine Hubert, o piloto da Renault Sport Academy que perdeu a vida em um acidente durante uma perna do Campeonato FIA de Fórmula 2 em Spa-Francorchamps. Em meados do ano, o piloto de reserva da Mercedes Esteban Ocon é anunciado para substituir Nico Hülkenberg ao lado de Daniel Ricciardo, a partir de 2020. Apesar dos bons resultados no fim da temporada, a McLaren-Renault termina em quarto entre os construtores, com 145 pontos. A Renault perde um lugar em relação ao ano anterior ao se classificar em quinto, com 91 pontos. O fim do ano também é marcado pelo anúncio de um novíssimo regulamento, visando a aumentar a competitividade e a igualdade na categoria, a partir de 2021.</p>
<h1 style="text-align: justify;">2020</h1>
<p style="text-align: justify;"> A nova dupla formada por Daniel Ricciardo e Esteban Ocon tem o objetivo de reconquistar o quarto lugar da escuderia no Campeonato de Construtores. Os dois pilotos têm muito para provar, após uma primeira campanha mais branda para o australiano e uma temporada sem competições para o francês. A Renault também revelou sua parceria titular com a empresa de logística DP World, antes de um início de temporada adiado devido à pandemia mundial do coronavírus. A espera fez a Fórmula 1 adiar a introdução da nova regulamentação para 2022. Enquanto os países se mantêm confinados e o mundo da F1 entra em pausa, o mercado de transferências se aquece e Daniel anuncia que deixará a Renault após dois anos, para mudar para a McLaren F1 em 2021.</p>
<p>Pouco tempo depois, a Renault revela o nome de seu sucessor, o Bicampeão Mundial Fernando Alonso, que havia se retirado da categoria no final de 2018. O espanhol fará sua terceira passagem pela equipe, junto com Esteban Ocon. O fim dos confinamentos coincide com a retomada da F1 com um calendário revisado, mas cheio de ação com o aparecimento de traçados bem conhecidos ou inéditos, de julho a dezembro. As primeiras corridas mostram um pelotão extremamente competitivo e disputado, o que se confirmou pela sequência de eventos. Daniel Ricciardo adquire cada dia mais confiança ao volante do R.S.20 e consegue garantir dois pódios e o melhor resultado da Renault em dez anos. Esteban Ocon conquistou o melhor resultado da equipe desde seu retorno à F1 em 2016, conquistando o segundo lugar no Grande Prêmio de Sakhir.</p>
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		<title>Esteban Ocon e Alpine A110s partem para o ataque</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Jan 2021 18:07:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Auto Review]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Renault]]></category>
		<category><![CDATA[Velocidade]]></category>

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		<description><![CDATA[ESTEBAN OCON E ALPINE A110S PARTEM PARA O ATAQUE NO RALI DE MONTE CARLO 2021 O piloto da Alpine F1 Team Esteban Ocon assumiu o volante do Alpine A110S  participando...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>ESTEBAN OCON E ALPINE A110S PARTEM PARA O ATAQUE NO RALI DE MONTE CARLO 2021</strong></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/01/1-esteban-ocon-and-alpine-a110s-take-on-2021-rallye-monte-carlo-copia.gif"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-9466" alt="1-esteban-ocon-and-alpine-a110s-take-on-2021-rallye-monte-carlo copia" src="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2021/01/1-esteban-ocon-and-alpine-a110s-take-on-2021-rallye-monte-carlo-copia-150x150.gif" width="150" height="150" /></a>O piloto da Alpine F1 Team Esteban Ocon assumiu o volante do Alpine A110S  participando da etapa especial do Rali de Monte Carlo de 2021.</p>
<p style="text-align: justify;">Esteban assumirá pela primeira vez o volante do Alpine A110S como piloto da Alpine F1 Team, em sua primeira participação em um rali.</p>
<p style="text-align: justify;"> Esteban vai pilotar em duas etapas durante o dia de abertura do 89º Rali de Monte Carlo com o carro oficial de corrida VIP, começando por uma sessão de testes privados no período da manhã, para se inteirar de todas as sutilezas do Alpine A110S nas singulares condições da prova.</p>
<p style="text-align: justify;">A largada do rali foi na quinta-feira às 13h10, na cidade de Gap. Esteban vai pilotar no ES1, um percurso de 20,58 km entre as cidades de Saint-Disdier e Corps, e no ES2, que vai de Saint-Maurice a Saint-Bonnet. A etapa especial acontece 70 minutos antes da participação dos pilotos oficiais do Campeonato Mundial de Ralis, incluindo os compatriotas de Esteban Ocon: Sébastien Ogier, atual Campeão Mundial, e Pierre-Louis Loubet, seu parceiro de treinamento durante a pausa de início do ano.</p>
<p style="text-align: justify;">O francês exibirá seu número de corrida (n° 31) no Alpine A110S, adornado com sua tradicional e emblemática carroceria na cor azul.</p>
<p style="text-align: justify;"> Nesta semana, a Alpine terá cinco equipes participando na categoria R-GT do Rali de Monte Carlo, com Cédric Robert, Emmanuel Guigou, Philippe Baffoun, Pierre Ragues e Raphaël Astier ao volante do Alpine A110 Rally durante os quatro dias de competição.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 300;">Esteban Ocon: “</span><em style="font-weight: 300;">Esta é uma oportunidade fantástica e não vejo a hora de viver minha primeira experiência no Rali de Monte Carlo. Este é um evento lendário, uma joia do calendário do automobilismo esportivo e sei como vai ser especial participar disso. Não vejo a hora de pilotar o magnífico Alpine A110S. Conheci o Alpine A110 em outubro passado, dando três voltas em Nordschleife. Foi um dia inesquecível, com um carro extremamente confortável e ágil. Ele nasceu para este tipo de desafio, com curvas fechadas e passos de montanha. Sempre sonhei em participar de um rali, por isso pilotar o Alpine A110S em Monte Carlo é perfeito para começar o ano.</em><span style="font-weight: 300;">”</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 300;">Patrick Marinoff, diretor geral da Alpine Cars: “</span><em style="font-weight: 300;">A participação de Esteban no Rali de Monte Carlo 2021 marca a primeira ativação reunindo a Alpine Cars e a Alpine F1 Team. A Alpine possui uma história extremamente rica em ralis, principalmente nesta prova em Monte Carlo. Este é o lugar ideal para que nosso piloto de F1 possa penetrar nas mais belas páginas da história da marca, apreciando a agilidade e experiência excepcional de condução do Alpine A110 nas estradas emblemáticas para as quais foi concebido. A Alpine está bem representada neste evento e estamos ansiosos para ver, além da passagem de Esteban nas especiais, como o fim de semana vai se desenrolar para os nossos carros.</em><span style="font-weight: 300;">”</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sobre o Alpine A110S</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O A110S é fiel aos princípios atemporais da Alpine: leveza, compacidade, agilidade e conforto no uso diário. Ele se destaca das outras versões por sua potência do motor, um chassi de precisão e sofisticados elementos de estilo. A atenção ao detalhe e a utilização de materiais topo de linha, como o carbono e os revestimentos Dinamica demonstram sua natureza intransigente. O Alpine A110S é o carro esportivo mais intenso da Alpine.</p>
<p style="text-align: justify;"> - Motor turbo: Com uma potência máxima de 292 cv, o A110S é o modelo mais potente da gama A110. O motor de quatro cilindros de 1,8 litro é o mesmo, mas a pressão de sobrealimentação do turbo foi aumentada em 0,4 bar, para oferecer o melhor desempenho. O A110S é um cupê de dois lugares com motor em posição central traseira, que entrega prazer e sensações mesmo em altíssima velocidade.</p>
<p style="text-align: justify;"> - Chassi <em>Sport</em>: A regulagem do chassi esportivo do A110S oferece estabilidade em alta velocidade e aderência ao solo com precisão, fazendo do A110S um carro esportivo de respostas rápidas. As novas molas helicoidais são 50% mais rígidas e os amortecedores foram regulados para trabalhar em perfeita harmonia. As barras estabilizadoras — ocas para minimizar o peso — são 100% mais firmes.</p>
<p style="text-align: justify;"> - Suspensões e freios: Associada à carroceria leve de alumínio, a suspensão de dupla triangulação condiciona a agilidade e o conforto do A110S. Os freios de alta performance com a assinatura Brembo são potentes e duráveis. As rodas e pneus largos, bem como a construção e um composto específico conferem ao A110S uma excelente aderência mecânica.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alpine no Rali de Monte Carlo</strong></p>
<p style="text-align: justify;"> A Alpine nasceu do rali, particularmente com a vitória de seu fundador Jean Rédélé durante a <em>Coupe des Alpes</em>, um célebre rali de montanha que representava uma verdadeira provação para homens e máquinas. A partir de 1954, a marca Alpine é lançada. Ao participar das etapas especiais nos anos 1960, o Alpine A110 conquista um grande sucesso. Em 1969, Jean Vinatier e Jean-François Jacob terminam em terceiro no Rali de Monte Carlo. Um ano mais tarde, Jean-Pierre Nicolas e Claude Roure repetem a façanha e Ove Andersson conquista o primeiro troféu da Alpine em Monte Carlo, com uma tripla vitória do A110 em 1971. Criado em 1973, o Campeonato Mundial de Ralis (WRC) abre sua temporada inaugural em janeiro, no Rali de Monte Carlo. O Alpine A110 dominava de ponta a ponta. Jean-Claude Andruet e Michele Petit vencem com 26 segundos de vantagem sobre seus companheiros de equipe Ove Andersson e Jean Todt, enquanto que Jean-Pierre Nicolas e Michel Vial completam o pódio monopolizado pela Alpine. Apesar da ausência do campeonato de pilotos, a Alpine conquista o título de construtores no fim do ano, com uma bela vantagem de 74 pontos.</p>
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		<title>Fórmula 1 2020</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Dec 2020 17:38:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Auto Review]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Fórmula 1]]></category>
		<category><![CDATA[Renault]]></category>
		<category><![CDATA[Velocidade]]></category>

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		<description><![CDATA[FÓRMULA 1 2020 – TESTES PÓS-CORRIDA EM ABU DHABI A Renault DP World F1 Team concluiu sua temporada de 2020 nas pistas durante os testes pós-corrida em Abu Dhabi, com...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>FÓRMULA 1 2020 – TESTES PÓS-CORRIDA EM ABU DHABI</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2020/12/a1-copia.gif"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-9289" alt="a1 copia" src="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2020/12/a1-copia-150x150.gif" width="150" height="150" /></a>A Renault DP World F1 Team concluiu sua temporada de 2020 nas pistas durante os testes pós-corrida em Abu Dhabi, com Fernando Alonso e Guanyu Zhou ao volante dos carros Renault R.S. 20 no Circuito Yas Marina.</p>
<p>Foi um dia produtivo dos dois lados do box – Fernando acumulou 105 voltas e marcou o melhor tempo, às vésperas de seu retorno às competições de Fórmula 1 com a equipe, em 2021. Já Zhou completou 98 voltas, com uma forte recuperação após ter rodado na pista na curva nº 19, que atrasou parcialmente sua programação nesta manhã.</p>
<p>Os testes de hoje tiveram como objetivo fazer com que os dois pilotos se familiarizem com as máquinas modernas da Fórmula 1, com simulações de qualificações com pouco combustível e de corrida com o tanque cheio.<br />
Há algumas semanas, no mesmo circuito, Fernando e Zhou testaram o R.S.18, o modelo de dois anos atrás, com pneus de demonstração, enquanto que hoje eles fizeram os testes com pneus Pirelli C4 (médios) e C5 (macios).</p>
<p><strong><a href="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2020/12/a2-copia.gif"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-9290" alt="a2 copia" src="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2020/12/a2-copia-150x150.gif" width="150" height="150" /></a>Fernando Alonso, #14, R.S.20-06, P1, 1’36’’333, 105 voltas:</strong><br />
“Foi bem legal estar de volta ao volante hoje, principalmente junto da equipe. Durante as minhas preparações, testei o carro de 2018, mas este aqui é coisa séria e reacendeu um pouco mais o meu espírito competitivo. Foi muito bacana sentir como são os carros mais modernos e ter uma experiência de tudo o que eles podem entregar. Acompanhei de perto o progresso da equipe durante todo o fim de semana e isso rendeu bons aprendizados, para ver do lado de fora o que vivenciei no cockpit hoje. Finalizamos uma série de itens básicos que iniciamos durante as preparações na fábrica, como os ajustes do banco, a posição do pedal e por aí vai, e isso é muito bom porque teremos apenas um dia e meio de testes no início do próximo ano para a pré-temporada. Hoje foi dia de fazer checagens e, agora, partimos para o Natal e Ano Novo com um estado de espírito muito bom, com todos na equipe motivados.”</p>
<p><strong><a href="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2020/12/a4-copia.gif"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-9291" alt="a4 copia" src="http://www.autoreview.com.br/wp-content/uploads/2020/12/a4-copia-150x150.gif" width="150" height="150" /></a>Guanyu Zhou, #46, R.S.20-05, P9, 1’37’’902, 98 voltas:</strong><br />
“Hoje tivemos um dia bacana, me acostumei com o carro logo de cara, fizemos muitas voltas, incluindo simulações de corrida e performance, foi muito interessante. Nosso ritmo foi razoavelmente estável e isso me deixou feliz, principalmente na simulação de performance desta manhã. Houve algumas questões técnicas aqui e ali, mas por isso fazemos testes, fizemos várias voltas e esse é o objetivo principal. Eu não estava preocupado em fazer tempos de volta e, durante as duas últimas sessões, junto com a equipe, conseguimos um bom equilíbrio do carro em comparação com as sessões noturnas do fim de semana – esse é o aprendizado positivo para a equipe. No geral, estou bem contente com a primeira vez em que pilotei o carro de 2020, por isso agradeço à Renault pela oportunidade.”</p>
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