Logan

Renault Logan


Rio de Janeiro – RJ – A Renault do Brasil está lançando no País um dos seus maiores sucessos mundiais. Fabricado no Complexo Ayrton Senna, em São José dos Pinhais, no Paraná, o Logan chega ao País para satisfazer às necessidades de uma grande parcela de compradores: um carro de tamanho médio com preço de compacto.
O amplo espaço interno, projetado para acomodar cinco adultos de grande porte e 510 litros de bagagem, a robustez mecânica, a facilidade de manutenção e a garantia de três anos inédita no segmento são alguns dos principais atrativos do Renault Logan.
“Com o Logan atrairemos um novo público para a Renault do Brasil. Estamos certos de que esses compradores terão orgulho em ter um Logan na garagem, pois para eles será o jeito mais fácil de ter um carro que oferece status, espaço, robustez e mecânica confiável”, afirma Jérôme Stoll, Presidente da Renault do Brasil e Diretor Geral da Renault Mercosul. Logan e Clio Sedan conviverão juntos no mercado: o primeiro é destinado a quem precisa de um veículo espaçoso e acessível, já o Clio Sedan, dono de uma clientela fiel, continuará atendendo a um público de maior renda, com dois ou mais veículos na garagem e que valoriza um alto nível de equipamentos de conforto e comodidade de série.

Oferecido em três versões de acabamento e com dois tipos de motor, o Renault Logan apresenta estilo sóbrio e discreto que denota a robustez do conjunto. É um automóvel concebido desde o início do projeto para ser sedã, ao contrário da maioria dos modelos compactos desta configuração que nasce a partir de um hatchback e, portanto, tem o terceiro volume adaptado ao restante da carroceria. Um dos maiores benefícios desta concepção, além da harmonia estética, é a racionalização da parte interna.
Cinco adultos viajam com conforto e segurança no Renault Logan. Os materiais de acabamento interno são de alta qualidade e o nível de ruído, um dos mais baixos do segmento. “Para se ter uma idéia de nossa preocupação com a qualidade dos materiais, empregamos o mesmo tipo de plástico de acabamento usado no Clio europeu”, observa Bruno Hohmann, Gerente de Marketing da Renault do Brasil. Na fase de desenvolvimento, as equipes de técnicos da fábrica brasileira rodaram um milhão de quilômetros para ajustar o Logan às preferências do comprador brasileiro.
O Logan foi projetado para enfrentar as mais severas condições de rodagem nos mais de 50 países dos cinco continentes onde é vendido. Por isso conta com uma arquitetura resistente e um conjunto mecânico extremamente simples. “A grande revolução do Logan é resgatar a simplicidade para o universo do automóvel”, afirma Robson Beltrame, Gerente de Engenharia da Renault do Brasil.
Apontado como referência em qualidade e em confiabilidade pela revista francesa L’Automobile Magazine”, o Renault Logan também se destaca pela economia de combustível e pelo baixo custo de manutenção: deixar um Logan em ordem custará menos de R$ 1 por dia, ao longo de três anos de garantia, de acordo com os cálculos da Renault do Brasil.


As dimensões do Logan equivalem às de um sedã médio – nenhum outro compacto à venda no Brasil oferece tanto espaço para cinco adultos e mais 510 litros de bagagem.As linhas do carro foram criadas pelo Departamento de Desenho Industrial da Renault, em Guyancourt, na França, um dos mais modernos centros de design do mundo.
Os engenheiros e projetistas baseados em Guyancourt partiram de duas premissas básicas para o desenvolvimento do Renault Logan: a de ser um veículo com amplo espaço interno para cinco adultos, com um generoso compartimento de bagagem e de ser um carro de construção simples.
O desenho do Logan também deveria refletir robustez. Para esse desafio, o Grupo Renault mobilizou toda a sua equipe de engenharia. Por fim, os projetistas optaram pelas formas sóbrias e clássicas que resistem aos modismos, já que o Logan foi concebido para durar.
O carro já nasceu como sedã, ao contrário da maioria dos modelos derivados de outras configurações de carroceria. É o que deu à equipe de engenharia a liberdade para criar volumes harmônicos e dedicar maior cuidado ao espaço interno.
O Renault Logan foi concebido para ser o carro da família. Daí a preocupação da Renault em criar um modelo de manutenção acessível e generoso em espaço interno. Para a definição do espaço na área traseira do veículo foram usados três manequins de percentil 95%, bonecos com estatura acima de 1,90 metro, posicionados no encosto do banco a 26,5 graus de inclinação, dispunham de vão livre de 25 mm entre a cabeça e o teto e 185 mm entre o joelho e o banco dianteiro, nível comparável ao do Mégane Sedan. Os 420 mm de largura para os pés foram criados para atender às necessidades dos moradores dos países de inverno rigoroso: como normalmente calçam pesadas botas para enfrentar a neve, precisavam de área suficiente para acomodar os pés. A solução demonstra a atenção para os detalhes dos arquitetos da parte interna do Logan.
O espaço de 1.420 mm de largura interna na altura dos ombros permitiu que os três manequins mantivessem posição natural no banco. Na dianteira, a área para os ombros é igualmente generosa (1.415 mm). Os números só são comparáveis aos dos carros de categoria superior.
"O espaço, tanto para quem viaja na frente como para os passageiros do banco traseiro, é surpreendente", afirma Robson Beltrame, Gerente de Engenharia da Renault do Brasil. "As dimensões extrapolam às de um compacto e só podem ser comparadas às de um veículo de maior porte".
O Logan ostenta 2.630 mm de entre eixos. Como comparação, uma distância 139 mm maior que a do Chevrolet Corsa Sedan (até então o compacto de maior entre eixos do segmento), 257 mm maior que a do Fiat Siena e 187 mm maior que a do Chevrolet Prisma. Comparado a modelos de segmento superior, o entre eixos do Renault Logan é 16 mm maior que o do Chevrolet Astra e 30 mm maior que o do Toyota Corolla.
Com 4.250 mm de comprimento, 1.740 mm de largura e 1.525 mm de altura, o novo modelo da Renault é maior que todos os concorrentes no segmento dos sedãs compactos e supera alguns modelos entre os médios compactos. Junto com o Clio Sedan, o modelo também conta com o porta-malas de maior capacidade entre os sedãs médios e compactos: 510 litros.


Forma e função
As principais características estéticas do modelo, no entender de Bruno Hohmann, Gerente de Marketing da Renault do Brasil, são o equilíbrio dos volumes e as linhas limpas da carroceria. O fato de não ser derivado de nenhuma outra configuração já existente e, portanto, de ter nascido para ser um sedã, facilitou em muito a tarefa da equipe de desenho: o terceiro volume não teve de ser adaptado, como é comum na maioria dos sedãs. Foi o que contribuiu para a racionalização do espaço interno.
"Não há excessos, mas elementos que sugerem qualidade de construção e solidez do conjunto". Ele cita os arcos salientes nos pára-lamas, a chapa da tampa do motor com vincos pronunciados, o friso em forma de "V" na tampa do porta-malas e as lanternas traseiras, posicionadas de maneira suave nas extremidades da carroceria, como alguns dos mais fortes traços de estilo do sedã. As portas têm grande ângulo de abertura para facilitar o acesso e a saída dos passageiros e o porta-malas não tem saliências tão evidentes a ponto de prejudicar a acomodação das bagagens.
Forma e função caminharam juntas neste projeto. A versão fabricada no Brasil se distingue da vendida na Europa por alguns detalhes estéticos – a dobra que forma um sutil spoiler na extremidade da tampa do porta-malas, a presença de uma ampla entrada de ar no pára-choque dianteiro e a grade com frisos prateados são algumas das particularidades do carro.
A arquitetura interna recebeu atenção particular. A preocupação foi dotar o interior do Renault Logan com materiais que refletissem a mesma qualidade e a mesma robustez vistas na parte externa da carroceria. A equipe de desenhistas também se empenhou em criar soluções que simplificassem o processo de montagem do veículo e que, ao mesmo tempo, tivessem manutenção simples: o melhor exemplo do esforço é o painel de instrumentos moldado em peça única, sem folgas entre as junções e sem parafusos de fixação aparentes.
Nas clínicas de pesquisa realizadas no Brasil, o desenho do Logan foi considerado "elegante" pelos entrevistados. "Com o Logan, a Renault promoveu uma verdadeira ruptura com alguns códigos estilísticos, para maximizar o espaço interno, assegurando a robustez percebida e real do veículo", nota Maristela Castanho, Diretora de Planejamento de Produtos da Renault – Região América do Sul.    


Vida a bordo
A experiência da Renault em privilegiar a ergonomia em seus veículos e as últimas soluções da marca para tornar a vida a bordo mais agradável foram aplicadas no Logan. O projeto foi apoiado em todas as suas fases pelas ferramentas de última geração, contradizendo a crença de que um veículo simples não deve ter construção requintada. Boa parte do esforço dos técnicos foi concentrada na eliminação de ruídos e vibrações da carroceria. O Logan foi criado tão logo a Renault assumia o compromisso de construir veículos mais silenciosos que o requerido pelas leis européias. O primeiro carro lançado com este compromisso foi o Laguna II, em 2000.
No Logan, todos os passageiros viajam em posição elevada, condição que favorece o conforto e a segurança. A altura do assento traseiro (330 mm, 20 mm mais alto que os assentos dianteiros), permite que os passageiros tenham boa visibilidade à frente, enquanto o alcance de visão do motorista é ampliado pela grande inclinação do capô. Os bancos, anatômicos, são revestidos com tecido de alta resistência e fáceis de limpar. Volante e pedais encontram-se cientificamente alinhados com o corpo do motorista para uma condução natural e menos estressante. E os comandos, comuns a alguns modelos Renault, foram posicionados de maneira a facilitar o manuseio. A alavanca de câmbio, elevada, pode ser alcançada instintivamente. E o acabamento em todas as versões é cuidadoso.
O acabamento interno do Renault Logan produzido no Brasil utiliza componentes confeccionados em plásticos com a mesma textura e granulação do que é usado no Clio europeu, de qualidade visivelmente superior a de qualquer outro veículo do segmento. "O uso desse tipo de material foi uma das exigências para atender às expectativas do cliente brasileiro", assinala Bruno Hohmann, Gerente de Marketing da Renault do Brasil.

O jornalista viajou para o Rio de Janeiro a convite da montadora